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WAO Notícias & Lembretes

Revisão dos Jornais Médicos Mundiais de Fevereiro
Destaques da Sociedade Membro da WAO
WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO
E em outras notícias . . .

Revisão do World Medical Journal de Fevereiro

Mark C. Glaum, M.D., Ph.D., Redator Convidado da WAO, Professor Assistente de Medicina e Pediatria, University of South Florida College of Medicine, revisou os artigos mais importantes dos jornais médicos de fevereiro para os médicos alergistas.

1. ESTUDO MULTICÊNTRICO SOBRE SALMETEROL E ASMA (SMART)
Visando comparar a segurança de adicionar salmeterol ou placebo ao tratamento "usual" da asma, indivíduos (> 12 anos de idade, n = 26.355) com asma diagnosticada por médico foram randomizados para receber salmeterol, 42 μg duas vezes por dia, via MDI (múltiplas inalações diárias) ou placebo MDI, durante 28 semanas, em um estudo duplo-cego observacional. O acompanhamento por telefone foi programado mensalmente. O estudo foi interrompido antes do término devido aos achados sobre segurança. No grupo de salmeterol, houve aumentos pequenos, porém estatisticamente significantes, dos óbitos relacionados a problemas respiratórios (24 X 11; risco relativo [RR] = 2,16; intervalo de confiança de 95% [IC], 1,06-4,41) e de óbitos relacionados à asma (13 X 3; RR, 4,37; IC de 95%, 1,25-15,34) e de óbitos relacionados com a asma combinados ou de eventos com risco de morte (37 X 22; RR = 1,71; IC de 95%, 1,01 a 2,89). As diferenças ocorreram de modo mais intenso nas subpopulações de raça negra. O estudo não se destinou a controlar a adesão a outras medicações para asma, e o acompanhamento foi realizado apenas por entrevistas telefônicas a cada quatro semanas. Comentário do Editor: São necessários estudos que se destinem especificamente a avaliar a segurança de beta 2 agonistas de longa ação (BALA) em combinação com corticosteróides inalados para estratificar o risco em potencial de utilização de BALA em subpopulações de pacientes asmáticos. Nelson HS, Weiss, ST, Bleeker ER, et al. Chest 2006; 129:15-26

2. OMALIZUMAB PROTETOR PARA IMUNOTERAPIA ACELERADA
Adultos ( média de idade 33 anos, n = 159) com rinite alérgica por artemísia foram admitidos em estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo para receberem omalizumab (0,016 mg/ kg /IgE/ mês) ou placebo por nove semanas, seguidos de imunoterapia acelerada de um dia (ITA) com Amb a 1 (1,2-4 µg). Depois que a dose de manutenção foi atingida, a administração de omalizumab ou placebo continuou por mais 12 semanas, juntamente com a imunoterapia de manutenção . Como se esperava, as concentrações de IgG específica para artemísia aumentaram com a imunoterapia (> 11 vezes), ao passo que as concentrações de IgE livre diminuíram nos pacientes tratados com omalizumab (> 10 vezes ). Os indivíduos que receberam omalizumab tiveram menos reações adversas (33%) durante a ITA do que os que receberam placebo (55%), e a análise post-hoc sem revelação do código de randomização sugeriu redução ainda maior dos eventos adversos graves (sintomas em > 1 sistema de órgãos) no grupo de omalizumab com relação ao de placebo (5,6% X 25,6%) depois de ITA. Uma vez que a dose de manutenção foi atingida, os indivíduos que recebiam omalizumab mais imunoterapia também relataram menos sintomas na estação de artemísia, em comparação com o placebo. Comentário do Editor: Omalizumab pode proteger contra as reações sistêmicas da imunoterapia nos pacientes com rinite alérgica. Casale TB, Busse WW, Kline LN, et al. J Allergy Clin Immunol 2006; 117:134-40

3. PAPEL DO FATOR DE NECROSE TUMORAL ALFA NA ASMA REFRATÁRIA
Indivíduos com asma refratária (persistente grave), com asma moderada a grave e controles não-asmáticos foram submetidos a coleta de sangue periférico para análise da atividade do TNF-alfa sobre as células mononucleares. Em comparação com os controles não-asmáticos e com os asmáticos leves a moderados, os indivíduos com asma persistente grave apresentaram maior expressão de TNF-alfa ligado à membrana, receptor 1 de TNF-alfa e enzima conversora de TNF-alfa nas células mononucleares do sangue periférico. Dez indivíduos idades de 25 a 59 anos) com asma refratária foram admitidos em estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e cruzado para determinar se o bloqueio de TNF-alfa melhoraria a sensibilidade à metacolina, os escores de qualidade de vida na asma e o VEF1 depois de broncodilatação. Depois de dez semanas de tratamento com antagonista de receptor de TNF-alfa, etanercept, os indivíduos do grupo de tratamento estavam menos sensíveis à provocação com metacolina e apresentaram melhora do escore de qualidade de vida na asma e no VEF1 pós-broncodilatador. Comentário do Editor: Este estudo piloto sugere que o bloqueio de TNF pode melhorar os sintomas e a função pulmonar dos asmáticos graves . Justificam-se estudos clínicos maiores para validar essa associação . Enfatiza-se o excelente editorial adjunto. Berry MA, Hargadon B Shelley M, et al. N Engl J Med 2006;354;7: 697-708, Erzurum SC;354;7: 754-58

4. POLIMORFISMOS NA VIA DOS LEUCOTRIENOS INFLUENCIA A RESPONSIVIDADE AO MONTELUCAZTE NA ASMA.
Este é um estudo de farmacogenética associado a desenho randomizado, duplo-cego paralelo destinado a comparar a eficácia do placebo, teofilina ou montelucaste como terapia adicional na asma persistente leve a moderada. DNA foi coletado de 252 participantes que foram randomizados a receberem montelucaste ou placebo. Pacientes asmáticos que receberam montelucaste como terapia adicional e tiveram incremento do VEF1 ou da taxa de exacerbações em comparação ao placebo, apresentaram um único polimorfismo genético associado à via dos leucotrienos. Em particular, o exame do gene codificado para a 5 lipo-oxigenase de membrana (ALOX5) revelou vários polimorfismos associados à resposta clínica ao montelucaste. Comentários do Editor: Estudos de farmacogenética autorizam os clínicos a identificarem regimes terapêuticos mais apropriados para fenótipos similares de asma. Lima JJ, Zhang S, Grant A, et al. Am J Respir Crit Care Med 2006; 173:379-85

5. EXPOSIÇÃO INTRAAMBIENTAL AO DIÓXIDO DE NITROGÊNIO (NO2) E ASMA NA INFÂNCIA
Esta coorte avaliou 728 crianças com asma (menores de 12 anos) para verificar a associação de sintomas respiratórios com os níveis de NO2 nas suas casas. A frequência de sintomas foi anotada por familiares no mês anterior das medicos do NO2 no interior da casa. Níveis médios (DP) de NO2 foram 8,6 (9,1) ppb nos lares com aquecimento elétrico e 25,9 (18,1) ppb inos com a gás. Os dois níveis estiveram abaixo do padrão para exterior recomendado pela Agência de Proteção Ambiental Americana (53 ppb). Quando controlado para idade, etnia, uso de medicação, estação, crianças residindo em lares com níveis elevados de NO2 e fogões a gás tiveram risco significantemente mais elevado de sibilância, respiração curta e aperto no peito. Comentários do Editor: poluentes intradomiciliares podem contribuir para apiora dos sintomas de asma. Belanger K, Gent J, Triche EW, et al. Amer J Respir Crit Care Med 2006;173: 297-303

6. HIPERSENSIBILIDADE MEDIADA POR CÉLULAS T A QUINOLONAS
Muitos exantemas relacionados a drogas são não mediados por igE e métodos disponíveis para confirmar o diagnóstico de hipersensibilikdade a drogas são limitados. Seis pacientes com erupções cutâneas associadas a quinolonas foram investigados por métodos in vivo e in vitro para determinar a natureza de interações droga-célula T e avaliar para possível reação cruzada entre as quinolonas. O teste de contato com as drogas assemelhadas foi positivo em três dos seis pacientes. Estudos de proliferação linfocítica demonstraram aumento da incorporação de timidina tritriada sob exposição a drogas quinolonas suspeitas em todos os seis pacientes, enquanto que não houve aumento nos não expostos á droga e controles. Reatividade cruzada entre as quinolonas foi observada. Comentários do Editor: Novas metodologias podem auxiliar na avaliação de reações a drogas não-IgE-mediadas. Schmid DA, Depta JPH, Pichler WJ, et al. Clin Exper Allergy 2006; 36:59-69

7. INIBIDORES DA ACE E APNEA OBSTRUTIVA DO SONO
Baseado na observação de um paciente com a tosse induzida por inibidores da enzima conversora da angiotensina (ACE) e apnéia obstrutiva do sosno (AOS) que teve melhora das duas condições com a suspençaõ do inibidos de ACE, 8 pacientes com AOS em tratamento com inibidor da ACE para hipertensão foram admitidos nsete estudo prospectivo. Quatro manifestaram tosse após início do inibidor de ACE e os outros não. Foram determinados: gasometria de sangue arterial, NO exalado, e polissonografia ambulatorial durante o tratamento com inibidor de ACE e um mês após a sua substituição por diurético. Os pacientes com tosse pelo inibidor de ACE demonstraram aumento de índice apnéia-hipopnéia, aumento de NO exalado e diminuição dos níveis médios da saturação de oxigênio do que os sem tosse . Cada um desses parâmetros aumentou com a substituição do inibidor de ACE nos pacientes com tosse. Comentários do editor: inibidores de ACE são conhecidos desencadeantes de tosse e podem também piorar a AOS. Cicolin A, Mangiardi L, Mutani R, et al. Mayo Clin Proc 2006;81(1): 53-55

8. DIAGNÓSTICO E MANEJO DA TOSSE : ACCP GUIA PRÁTICA CLÍNICA BASEADA EM EVIDÊNCIA
Esta é uma versão atualizada do consenso original baserado em evidência sobre "Manejo da tosse como mecanismo de defesa e como sintroma" originariament publicado em uma edição do Chest 1998. Esta edição atualizada focaliza guias baseadas em evidências sobre o diagnóstico e manejo da tosse no adulto e crianças. Este suplemento, com 292 páginas, divide a discussão em mais de 20 capítulos em separado abordando condições clínicas tais como: rinossinusite, asma, resfriado comum, refluxo gastroesofageano, bronquite aguda, tumores pulmonares, aspiração, hábitos, hemodiálise e outros. Além disso, povê guia prático clínico e algoritmos. Esta edição centraliza o vasto campo da literatura que estudou a etiologia da tosse. Comentários do Editor: Tosse crônica é queixa comum e frequentement uma condição difícil de diagnosticar e tratar. Irwin RS, Baumann MH, Bolser DC, et al. Chest 2006; 129:supplement

9. REVISÃO SBORE ALERGIA A ANTIBIÓTIOCS
Esta revisão destaca um das razões mais comuns de consulta por alergia . Destaca com base em evidências o papel limitado dos testes cutâneos com antibióticos comentando-so quando necessários. A revisão conclui com recomendações clínicas dos autores que são reconhecidos com autoridades no tema. Comentários do Editor: Esta é uma das revisões mais lidas por medicos que atendem pacientes com alergia a antibióticos e para clínicos gerais que comumente encontram erupções cutâneas induzidas por drogas. Gruchalla RS, Pirmohamed M N Engl J Med 2006;354;6: 601-09

10. FARMACOTERAPIA NA ASMA PEDIÁTRICA
Esta é uma revisão concisa das estratégias de tratamento da asma em populações pediátricas. Há vários diagramas que sumarizam a equivalência de doses dos glicorticóides inalados, estratégias com terapêutica de curta ação, e tratamento com medicações controladoras adapatadas à prática pediátrica. Comentários do Editor: Esta revisão sumariza terapêuticas para asma pediátrica em formato extremamente acessível. Ostrom NK, J Pediatrics 2006;148: 108-14

Este artigo não disponibiliza o abstract.


Destaques da Sociedade Membro da WAO– Encontro anual da AAAAI, 2006: A base científica da Alergia Clínica

Com mais de 400 sessões educacionais no AAAAI Annual Meeting, 3 a 7 de março, em Miami Beach, Flórida, os congressistas foram informados sobre os últimos avanços da especialidade e como essa pesquisa de vanguarda se aplica ao atendimento dos pacientes.

As principais sessões foram:

Sessões programáticas
Oradores renomados abordaram temas de impacto global durante as duas Sessões Programáticas. Clinical Trials and the Public Trust (Estudos clínicos e a confiança cidadã) foi apresentada por Jeffrey M. Drazen, MD, redator do The New England Journal of Medicine, e Human Disease: A Sum Game of the Gene and the Environment (Doença humana: perdas e ganhos do gene e do ambiente) foi apresentada por David A. Schwartz, MD, MPH, diretor do National Institute of Environmental Health Sciences (Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambientais).

Sessões plenárias
As Sessões Plenárias foram as sessões científicas de estréia do Encontro Anual. As sessões foram Seeing is Believing: Host and Hostility, Anaphylaxis: Bridging the Gap from Basic Science to Clinical Practice (Ver para crer: hospedeiro e hostilidade, anafilaxia: Vencendo as diferenças entre a ciência básica e a prática clínica) (Plenária Presidencial), The Science of Evidence-Based Medicine in Asthma (A ciência da medicina baseada em evidências na asma) e Allergic/Immunologic Diseases: Dissection and Modulation (Doenças alérgicas e imunológicas: análise e modulação).

Ciência e Surf: Sessão de pôsteres especiais e recepção
Os congressistas tiveram a oportunidade de aprender, formar uma rede e aproveitar as brisas tropicais durante Ciência e Surf: Sessão de pôsteres especiais e recepção. Obtiveram informações sobre ciência, de alta significância no campo e CME/CE (Educação continuada em medicina/Educação continuada) ao visitarem a sessão de pôsteres especiais.

Atividades do Dia da Anafilaxia
Desde a Sessão Plenária Presidencial e os seminários especiais, até simulações de intubação e Kits de Instrumentos na Educação sobre Anafilaxia, O Dia da Anafilaxia enfatizou a importância do papel do especialista em alergia e imunologia no tratamento e prevenção da anafilaxia.

Sessões Traga seu Próprio Paciente
Novos grupos de discussão ofereceram aos congressistas a oportunidade de apresentar casos de pacientes difíceis de seus próprios consultórios para discussão com especialistas eminentes da área. Os tópicos incluíram Pacientes com Urticária Difícil de Tratar, Pacientes com Infecção Recorrente, mas com Triagem Normal, Pacientes com Asma Difícil de Tratar e Pacientes com Alergias Alimentares Difíceis de Tratar.

Programas do Serviço para Membros
Esses novos programas abordaram informações essenciais para a prática bem-sucedida em alergia e imunologia. Os tópicos incluíram Manutenção do Certificado (American Board of Allergy and Immunology), Assuntos Regulamentares que afetam a Especialidade (Food and Drug Administration) e Assuntos Legais que afetam a Especialidade (Joint Council of Allergy, Asthma and Immunology).

Michael A. Kaliner, MD, FAAAAI, recebeu o Prêmio Médico Notável da AAAAI. O Presidente da WAO publicou mais de 475 artigos, análises e livros relativos a alergias, sinusite e asma. Foi redator ou trabalhou em comissões editoriais de muitos periódicos de alergia e asma, inclusive The Journal of Allergy and Clinical Immunology (JACI), e Medicine Journal e Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization (ACII-JWAO).

Visite o website do AAAAI's Annual Meeting Web site, http://www.annualmeeting.aaaai.org/ para obter recursos importantes depois do encontro, inclusive certificados de CME/CE, folhetos das sessões, Notícias do Annual Meeting e uma coleção de fotos do Encontro Anual 2006.


WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO

Programa de Fellowship de Pesquisa de curta duração da WAO

Lembramos aos solicitantes que o prazo final para submeter os pedidos para o Programa de Fellowship de Pesquisa de curta duração é 31 de março de 2006. Para obter mais detalhes, clique aqui.

World Allergy Forum realizado no AAAAI Annual Meeting

"Imunoterapia sublingual - Há um lugar para ela?"
Nosso soberbo corpo docente internacional, presidido por Michael A. Kaliner, proporcionou uma atualização mundial sobre imunoterapia sublingual. O primeiro orador, G. Walter Canonica (Gênova, Itália), apresentou uma análise da eficácia e da segurança a longo prazo da imunoterapia sublingual. A apresentação de Anthony J. Frew (Brighton, Reino Unido) concentrou-se nos mecanismos da imunoterapia sublingual e como ela difere da imunoterapia injetável. O simpósio foi concluído por Linda Cox (Fort Lauderdale, FL, EUA), que discutiu se os Estados Unidos estão prontos para a imunoterapia sublingual.

Clique aqui para ver os resumos e os slides da apresentação

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E em outras notícias...

Análise de livro sobre alergia

Pediatric Dermatology
Bernard A. Cohen
Elsevier Mosby, 3a edição, 2005

Preço de tabela: US$ 219,00
Encontrado em: http://us.elsevierhealth.com/product.jsp?isbn=1416024689

Comentários de: Dr. Preeti Joshi
Especialistas: The Children's Hospital de Westmead, NSW, Australia

Finalidade:
Este livro lindamente ilustrado fornece uma cobertura clara e abrangente dos problemas dermatológicos em crianças. É bem organizado e indexado de maneira orientada para o problema, tornando-o um livro de cabeceira, com informações de fácil acesso.

Público alvo:
O livro é dirigido a todos os clínicos e, para os imunologistas clínicos, os capítulos dedicados aos transtornos de cabelo, unhas e cavidade oral são especialmente úteis. Também os estudantes de medicina verão que o livro abrange muitas afecções comuns e explica suas características mais notáveis.

Características:
Enquanto o texto é sucinto e fácil de ler, seu principal aspecto é a fotografia. Apresenta, na verdade, uma esplêndida coletânea de fotografias, em especial por se tratar de um só autor. Há cerca de quatro imagens coloridas bem iluminadas em cada página, com diversas fotos que ilustram diferentes aspectos da doença. O texto é complementado por algoritmos úteis na identificação da etiologia de problemas de apresentação comum, como exantemas neonatais. Para os que precisam de mais detalhes, há uma lista atualizada de material de leitura ao final de cada capítulo.

Avaliação:
Em resumo, este livro é agradável e traz fotografias excepcionais. É um excelente recurso de consulta, mas também é agradável o suficiente, para ser lido de uma só vez. Todo clínico que trata crianças com certeza fará um acréscimo proveitoso à sua biblioteca.

Veja outras análises de livros sobre alergia no Website da WAO aqui.

A missão da World Allergy Organization é desenvolver uma aliança global de sociedades de alergia para fomentar a excelência no atendimento clínico, na pesquisa, na educação e no treinamento de profissionais. Visite-nos na Web em http://www.worldallergy.org/

Secretaria da World Allergy Organization (WAO)
555 E. Wells Street, Suite 1100
Milwaukee, WI 53202-3823
Email: info@worldallergy.org

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