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Notícia & notas de WAO - Março

Revisão dos Jornais Médicos Mundiais
WAO Agora: O que há de Novo no Mundo da WAO
E em outras Novas. . .

wac 2007

Revisão dos Jornais Médicos Mundiais

Prof. Richard F. Lockey, MD, e Editor Chefe da Web da WAO, revisou os principais artigos de jornais médicos para alergistas práticos.

1. MANUTENÇÃO DE BUDESONIDA/FORMOTEROL ASSOCIADA À TERAPIA DE ALÍVIO, UMA NOVA ESTRATÉGIA NA ASMA PEDIÁTRICA (A)
Trezentos e quarenta e uma crianças (4-11 anos) com A, não controlada com corticosteróides inalados (CSI) foram incluídos neste estudo de 12 meses de duração, duplo-cego, randomizado, para determinar se o tratamento de manutenção com budesonida/formoterol (B/F) 80/4,5 µg duas vezes ao dia associado a inalações de livre demanda versus B/F 80/4,5 µg 2x/d ou budesonida 320 µg 2x/d reduz as exacerbações de A. O esquema B/F 2x/d associada a livre demanda prolongou o tempo da primeira exacerbação versus a B em dose fixa (P = 0,02) e a combinação de dose fixa (P< 0,001). Dias com exacerbações leves e despertares foram significantemente mais baixos com B/F 2x/d mais livre demanda, e melhora do crescimento anual em 1 centímetro versus B 320 µg 2x/d (P< 0,01). B/F de uso diário associado a livre demanda verus a dose fixa da combinação reduziu o número de exacerbações (ambos P<0,001). Comentários do Editor: O uso diário da terapia combinada associada a livre demanda pode se tornar uma nova terapia aceitável para a A. Bisgaard H, et al.
Chest 2006; 130: 1733.

2. TUBOS DE TIMPONOSTOMIA E DESFECHOS DE DESENVOLVIMENTO ENTRE OS 9 E 11 ANOS DE IDADE
Quatrocentos e vinte e nove crianças, menore de 3 anos, com efusão persistente foram randomicamente distribuídas para serem submetidas a inserção de tubos de timponostomia prontamente e no máximo até nove mese depois se a efusão perisitisse. Em relato prévio, os autores concluíram que a inserção imediata versus a retardada não resultaram em melhora da linguagem cognitiva, desenvolvimento da fala ou psicossocial aos 3, 4 oU 6 ANOS. Agora avaliaram alfabetização, atenção e traços sociais e aquisição acadêmica em 391 dessas crianças dos 9 aos 11 anos e concluiram que o escore médio de 48 medidas de desenvolvimento na criança submetida precocemente a instalação de tubos de ventilação não difere significantemente dos escores no grupo que foi submetido mais tardiamente quase um ano após. Comentários do Editor: Os autores sugerem que a observação cuidadosa por pelo menos mais seis meses nos com efusões bilateral e de nove meses para os com efusão unilateral é a opção de manejo preferível em muitos casos. As recomendações devem ser individualizadas. Paradise JL, et al. N Engl J Med 2007; 356: 248. Editorial, Berman S. N Engl J Med 2007; 356: 300.

3. SENSIBILDADE QUÍMICA MÚLTIPLA (MCS): REVISÃO SISTEMÁTICA DE ESTUDOS DE PROVOCAÇÃO
Esta revisão sobre estudos de provocação com pessoas com MCS de uma base de dados do seu início a Maio de 2006. Muitos estudos foram insuficientemente controlados. Os autores concluem que pessoas com MCS reagem a desencadeamentos químicos; entretanto, resposta apwenas ocorre quando eles conseguem discernir diferenças entre substâncias ativas e placebo. Isto sugere que o mecanismo de ação é relacionado às expectativas de experiências anteriores mais do que ao uso do qgente químico por si só. Comentários do Editor: Afortunadamente, os seres humanos não são sensíveis a uma variedade de agentes como acreditam alguns indivíduos e médicos. Das-Munshi J, et al. JACI 2006; 118: 1257.

4. COMPARAÇÃO EM LONGO PRAZO DE TRÊS REGIMES CONTROLADORES PARA ASMA PERSISTENTE LEVE/MORDERADA DA CRIANÇA (A): O ESTUDO PEDIÁTRICO DE CONTROLE DA A.
Este estudo duplo-cego com duração de 48 semanas de 285 crianças (6-14 anos) com A comparou a eficácia de três regimes: fluticasona 100 µg 2x/d (F2X), fluticasona 100 µg/salmeterol 50 µg (FS) pela manhã e salmeterol 50 µg (S) à noite, e montelucste 5 mg (M) à noite. F2X e FS e S foram comparáveis, mas o F2X foi superior para medida-clínica de FEV1/FVC (P = 0,015), resposta broncodilatadora máxima (P =0,009), óxido nítrico exalado (P <0,001), e PC20 de metacolina (P<0,001). F2X foi superios a M f no controle de dias com asma (64,2% vs. 52,5%; P =0,004) e outros desfechos de controle. Crescimento em 48 semanas não foi estatisticamente diferente entre os grupos. O estudo confirma que recomendações atuais de guias favorecem a monterapia com corticosteróide inalado em asma persistente leve/moderada. Comentários do Editor: Glicocorticosteroides inalados devem ser o primeiro tratamento de asma persistente leve/moderada na criança. Sorkness C, et al. J Allergy Clin Immunol 2007; 119: 64.

5. ANTAGONISTAS DE RECEPTOR H4 DE HISTAMINA (H4R) SÃO SUPERIORES AOS ANTIHISTAMÍNICOS TARDICIONAIS NA ATENUAÇÃO DE PRURIDO EXPERIMENTAL
Os autores demonstram que a resposta à coçadura em camundongos induzida por histamina e agonistas seletivos de H4R, são completamente atenuadas em camundongos sem H4R ou pelo pré-tratamento com anatgonista H4R seletivo, JNJ 7777120. O prurido induzido por mecanismos alérgicos também foi inibido pelo antagonista de H4R ou no animal sem H4R. O efeito inibidor de JNJ7777120 foi maior do que com um antagonista de receptor H1. O prurido H4R mostrou ser independente de mastócitos e de outras células hematopoiéticas e pode resultar de ações sobre os neurônios periféricos. Os autores concluem que o H4R está envolvido na resposta pruriginosa no camundongo mais do que o receptor H1 da histamina. Comentários do Editor: Este novo agente sera uma terapia efetiva e alternative para o prurido crônico? Esperamos que sim. Dunford PJ, et al. J Allergy Clin Immunol 2007; 119: 176.

6. IMPACTO DE SALMETEROL/PROPIONATO DE FLUTICASONA VERSUS SALMETEROL SOBRE EXACERBAÇÃO EM DPOC GRAVE
Após período observação de 4 semanas, 994 pacientes clinicamente estáveis foram randomizados para um dos dois esquemas de tratamento, 507 receberam a combinação salmeterol/fluticasona 50/500 µg 2x/d (SFC) e 487 receberam salmeterol 50 µg 2x/d (S) por 44 semanas. Houve 334 exacerbações no grupo SFC e 464 no S (P <0.0001). A taxa anual de exacerbações moderadas e graves por paciente foi 0,92 no SFC e 1,4 no S (redução de 35%). Tempo médio para a primeira exacerbação no SFC foi significantemente mais longo versus S (128 vs. 93 d, p<0,0001). Qualidade de vida, PEF e uso de medicação de alivio foram significantemente aumentados no grupo SFC. Os autores concluem que SFC é melhor que a monoterapia com S para DPOC grave. Comentários do Editor: SFC reduz a frequência de exacerbações em pacientes com alto risco com DPOC grave. Kardos P, et al. Am J Respir Crit Care Med 2007; 175: 144.

7. TRATAMENTO COM ANTIBIÓTICO (AB) NAS EXACERBAÇÕES DE DPOC; ESTUOD RANDOMIZADO, CONTROLADO POR PLACEBO E COMPARATIVO ENTRE PROCALCITONINA (P)-GUIADA COM TERAPIA PADRÃO
Níveis séricos de P aumentam rapidamente na presença de infecção. Duzentos e oito (208) pacientes consecutivos com DPOC que necessitaram de hospitalização por exacerbação da DPOC foram randomizados a P-guiada ou AB padrão. Os que receberam terapia P-guiada foram tratados com AB segundo os níveis de P sérico; os com terapia padrão receberam AB segundo o médico atendente. O desfecho primário foi a exposição com AB no índice de exacerbação e necessidades subseqüentes de AB para exacerbação de DPOC dentro de seis meses. Os desfechos secundários foram recuperação clínica, escore de sintomas, duração da hospitalização, necessidade de permanecer em UTI, morte, função pulmonar, freqüência de exacerbações, e o tempo da nova exacerbação. P-guiado reduziu as prescrições de AB (P< 0,0001), exposição a AB (RR = 0,56; 95% CI, 0,43 a 0,73; P <0,0001), and permitted significant reduction in total AB exposure for up to 6 months (RR = 0,76; 95% CI, 0,64 a 0,92; P = 0,004). Desfechos aos 14 dias a 6 meses não diferiram, nem o número de hospitalizações, número de re-hospitalizações ou o tempo médio para a nova exacerbação. Os autores concluem que o tratamento P-guiado reduz o uso de AB para até 6 meses com um número de necessário para tratar de 3. Comentários do Editor:  Os níveis de P levels parecem indicar se o AB beneficiará ou não pacientes com exacerbação de DPOC. Stolz D, et al. Chest 2007; 131: 9.

8. CARACTERÍSTICAS DE ASMA GRAVE EM CRIANÇAS ESCOLARES: ATOPIA E AUMENTO DO ÓXIDO EXALADO
Este estudo identificou características de asma grave versus leve a moderada em escolares pela medida da função pulmonar, presença de atopia e inflamação da via aérea. Um total de 75 crianças com asma tinham tiveram testes de função pulmonar, desencadeamento com metacolina, avaliação da alergia e medida do óxido nítrico exalado (FENO). O subgrupo de asma grave (N=39) necessitou de altas doses de corticosteroides inalados (ICS). Estas 39 crianças tiveram mais sintomas, maior obstrução das vias aéreas, maior aprisionamento de ar, aumento da sensibilidade à metacolina, maiores concentrações de FENO, e maior sensibilização a aerolaérgenos. Tanto a redução de FEV1 quanto o aumento de FENO persistiram nos graves versus o grupo leve-moderada no decorrer do estudo. Apesar do ajuste de ICS o número de exacerbações foi significantemente maior entre os com asma grave (83%) comparado ao grupo leve-moderado (43%). Comentários do Editor: Exacerbações repetidas, maior grau de sensibilização, aumento da obstrução ao fluxo aéreo e aumento do FENO caracterizam as crianças com asma mais grave. Fitzpatrick AM, et al. JACI 2006;118:1218.

9. IMUNOTERAPIA ORAL (OIT) COM OVO (O) EM CRIANÇAS ALÉRGICAS AO O E SEM ANAFILAXIA
Pacientes alérgicos a O (história positiva de ingestão em 6 meses de início do estudo com IgE sérica a O > 7 kU/L ou mais (2 kU/L ou mais para menores de 2 anos) ou com reação positiva ao O dentro de 6 meses de início do estudo sem a história de anafilaxia ao O foram admitidos no estudo com 24 meses de duração e OIT com O envolvendo fases rush modificado, construção e manutenção. DBPC desencadeamento com alimentos foram realizados ao final do estudo e IgE e IgG específicas ao O foram medidas. IgG específica ao O aumentou significantemente enquanto a IgE O específica não mudou nos sete pacientes que cumpriram o protocolo. Todos toleraram significantemente mais a proteína do O do que no início. Dois pacientes demonstraram tolerância oral. Os autores concluem que OIT alérgeno específica para proteger indivíduos com alergia alimentar pode representar avanço significante no tratamento. Comentários do Editor: Estudos duplo-cegos controlados com placebo e terapia com O são necessários. Buchanan AD, et al. J Allergy Clin Immunol 2007; 119: 199.

10. MEDIDAS REPETIDAS DOS NÍVEIS DE ALÉRGENOS DE ÁCAROS E DE ANIMAIS EM PÓ DOMICILIAR DURANTE UM PERÍODO DE TEMPO DE 8 ANOS
Os autores investigaram a  variabilidade de alérgenos de ácaros da poeira domiciliar (Der p 1, Der f 1) e de gato (Fel d 1) em lares alemães. A concentração de ácaros no colchão das crianças, dos pais e no chão da sala de estar foram moderadamente correlacionados entre os pontos de tempo. Concordância foi melhor para alérgenos de gatos vs. Ácaros. Eles concluem que durante o período de 4 anos os alérgenos de gato e ácaro medidos no pó domiciliar são suficientemente estáveis para usar como medida isolada com confiança em estudos epidemiológicos. A variação entre lares foi grande quando amostras foram tomadas com 8 anos de intervalo, assim a repetição durante longo período de seguimento é recomendada. Comentários do Editor: Alérgenos dos ácaros da poeira domiciliar e de animais em casa variam muito pouco em até 4 anos. Antens CJM, et al. Clin Exp Allergy 2006; 36: 1525.

11. FARMACOLOGIA COMPARATIVA DOS ANTRIHISTAMÍNICOS H1
Este suplemento inicia com uma revisão sobre a descoberta da histamia e antihistamínicos. Ele contém capítulos sobre farmacologia comparative, efeitos sobre o sistema cardiovascular, o sistema nervos central e suas interções. Ele conclui com uma seção sobre antihistamínicos H1 e seus efeitos no desempenho psicomotor e de direção. Comentários do Editor: Revisão completa e excelente sobre o tema. del Cuvillo A, et al. J Investig Allergol Clin Immunol 2006; 16: Supplement 1.


WAO Agora: O que há de Novo no Mundo da WAO

World Allergy ForumO Forum Mundial de Alergia ocorreu no Encontro científico annual AAAAI 2007, San Diego, CA, EUA, 26 Fevereiro de 2007



"Perspectivas Globais em Genética, Ambiente e Alergia"

O time international de especialistas foi coordenado por Thomas A.E. Platts-Mills e Michael A. Kaliner, e proporcionou atualização mundial sobre genética, ambiente e alergia para mais de 300 assitentes. O primeiro apresentador Adnan Custovic (reino Unido) discutiu se a exposição precoce ou não a alérgenos é protetora, e a apresentação de Robert F. Lemanske Jr. (Estados Unidos) focou na influência do ambiente sobre a resposta genética. Este simpósio de muito sucesso foi concluído por Erika Von Mutius (Alemanha) que discutiu sobre intervenções ambientais no manejo das doenças alérgicas.
Diapositivos e gravação das aulas estarão disponíveis futuramente para download na página WAF web.

O Forum Mundial de Alergia é patrocinado por fundo educacional irrestrito de




Atualizações dos Módulos GLORIA estão disponíveis

Versão atualizada do Módulo 2 do GLORIA: Conjuntivite Alérgica, de autoria de Profª Connie H. Katelaris e Dr. Allen P. Kaplan, já está disponível para downloading no US GLORIA web site

Localidades do GLORIA, Abril de 2007

V Congresso Europeu de Asma e I Congresso Mundial de DPOC

21-24 Abril, 2007
Moscou, Rússia
Docente GLORIA Internacional:
Allen P. Kaplan
Apresentações:
Módulo 5: Os sintomas e tratamento da Asma
Módulo 7: Angioedema

Congresso Nacional Rumeno de Alergia e Imunologia Clínica
26-27 Abril, 2007
Tirgu Mures, Rumênia
Docente GLORIA Internacional:
Jean Bousquet
Apresentações:
Módulo 1: Rinite alérgica
Módulo 4: Imunoterapia

GLORIA é mantido graças a fundo educacional irrestrito de:

nutricia  shs
dey
dyax & genzyme

Revisão de novo caso interativo

Dispense um momento para testar o seu conhecimento com este novo caso interativo baseado em caso clínico publicado no ACII-JWAO – Problema no seu quintal: relato de caso e revisão sobre sensibilidade a formiga do fogo importada. Link

Chamada por inscrições

  • Inscrição para Treinamento de Curta Duração em Pesquisa da WAO
    A WAO oferece três Bolsas para jovens alergistas realizarem treinamento de curta duração em pesquisa com início no final do segundo semestre de 2007 em centro de sua escolha. A duração desta visita será de 2 a 3 semanas e a WAO contribuirá com até US $2,500 para despesas de viagem e hospedagem, para cada um dos três ganhadores.

    Serão priorizados os clínicos jovens com até cinco anos de obtenção do título de especialista em alergia e que estiver ligado a serviço universitário ou instituto clínico. Os solicitantes deverão ser membros de sociedades membros da WAO.

    Os treinamentos de curta duração deverão ser direcionados às seguintes areas de pesquisa prioritárias da WAO:

    *Fatores genéticos envolvidos no desenvolvimento de doença alérgica e resposta ao tratamento
    *Caracterização e padronização de alérgenos
    *Estudos clínicos e básicos em alergia e asma
    Os formulários para submissão podem ser baixados aqui: Link

    Os pedidos serão recebidos pela WAO até 31 de maio de 2007
  • Prêmio WAO de Pesquisa Henning Løwenstein - 2007

    O Prêmio WAO de Pesquisa da WAO Henning Løwenstein é um prêmio bienal dado a jovens pesquisadores que tenham mostrado excelência no campo da Alergia. A WAO e ALK-Abelló apresentarão o ganhador no Congresso Mundial de Alergia em Bangcoque, 2 a 6 de dezembro de 2007.

    O ganhador receberá 20.000 EUROS além de bolsa para participar do Congresso Mundial de Alergia.

    As normas para submissão estão no www.alk-abello.com e clique no "The WAO Henning Løwenstein Research Award."

    Data final: 30 de junho de 2007

Assinatura do Jornal Online -

WAO e Hogrefe & Huber Publishers estão oferecendo número limitado de assinaturas onlune grátis do Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization para membros em países em desenvolvimento. Se você estiver interessado em receber uma assinatura online complementar, mande e-mail a info@worldallergy.org, assinalando "Free Journal Subscription" no assunto da mensagem com os seguintes detalhes:

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Revisão de Livros de Alergia

Subversão Microbiana da Imunidade: tópicos atuais

Editores: Peter J. Lachmann, M.B.A. Oldstone
ISBN #: 1904455050

Preço de lista: US $230.00
Disponível: Caister Academic Press

Revisor: Gary Hellermann PhD
Universidade do Sul da Flórida, Tampa, Flórida

Descrição:
Esta é a reunião de nove revisões que enfocam nas estratégias usadas por bactéria, virus e parasites para evitar a detecção ou destruição pelo sistema imune do hospedeiro. Ela se inicia com a revisão do processo de subversão e seus efeitos sobre o complemento, células natural killer e outras partes do sistema de imunidade inata de mucosa. Ela se segue por revisões gerais sobre as técnicas subversivas de virus, bactérias e helmintos. Finalmente há três trabalhos que abordam mais especificamente a resposta imune humoral e a reação de células dendríticas a virus, e a descrição do vírus do sarampo como modelo de mecanismos de inibição das defesas humanas antivirais.

Proposta:
O editor salienta que os patógenos humanos por definição adquiriram algum grau de sucesso em bloquear os ataques pelo sistema imune e que está revisão dos seus métodos no “campo de batalha” podem render percebeções valorizáveis sobre o trabalho do sistema imune. Considerando que os humanos estão sob constante ameaça desses organismos altamente adaptativos, este livro preenche uma lacuna importante por trazer consigo dados atuais sobre a subversão do sistema imune.  A dificuldade do tema é atingida pel alto nível de conhecimento dos autores colaboradores.

Público alvo:
O tema do livro, como alguns virus, bactérias e parasitas manejam para evitar nossas defesas do sistema imune é um de interesse para grande contingente de professores, estudantes, pesquisadores e clínicos. A linguagem e os conceitos não são absolutamente técnicos e dados atuais são apresentados de forma lógica que os tornam de fácil compreensão. Os colaboradores do trabalho são altamente competentes e reconhecidos.

Características:
Enquanto a enfase principal do livro é sobre as várias maneiras com que os micróbios se esquivam da resposta inata imune, há umcapítulo de revisão excelente sobre o sistema de imunidade inata por si que salienta os mecanimos de defesa do hospedeiro e coloca os estágios para um melhor entendimento da subversão microbiana.
Os autores das revisões fizeram um excelente trabalho de busca na literature pelas informações mais recentes, condensando-as e sumarizando-as em publicação compreensiva sobre o estado do conhecimento de como micróbios se evadem do sistema imune humano. Cada revisão tem bibliografia extensa e provê o que há de mais recente.

Capítulo 4 sobre Evasão imune viral está especialmente bem escrito, é compreensivo e ilustrado com inúmeras figuras mostrando as vias bloqueadas por determinados vírus. O capítulo sobre subversão do system imune por helmintos tem 70 páginas (35 de referências) mostra bem o trabalho definitivo realizado neste tema.
Associados a capítulos sobre a inibição da resposta imune a vírus, efeitos virais sobre as células dendríticas e a discussão detalhada sobre o virus do sarampo  imune, o livro proporciona uma revisão virtualmente completa dos resultados atuais da pesquisa. Esses avanços recentes em virologia demonstram a grande variedade de mecanismos empregados por esses patógenos, e esse aumento de conhecimento poderiam nos prover entendimentos para idealizar melhores vacinas e drogas antivirais.
Os temas são abordados em detalhes e com explanações competentes, mas o texto parece sofrer em algumas partes a falta de editoração que não prejudicam a sua leitura e entendimento.

Avaliação:
Após ler este livro teremos uma nova visão sobre o valor de um sistema imune saudável e bem preparado. O indivíduo imunocomprometido tem de longe grande risco de infecção e mesmo de morrer como resultado da doença que geralmente é apenas inconveniente. Pela junção e avaliação das últimas pesquisas nesta área importante da imunologia, os autores e editores merecem muito crédito por produzirem um trabalho que pode ser o padrão de referência no campo por algum tempo.


Dos genes ao fenótipo – Base para manejos futuros da Alergia Management
Anais do 25º Simpósio do Collegium Internationale Allergologicum (Suplemento 2, 2005 of Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization)
Editores: H. Løwenstein, J.B. Bienenstock, J. Ring

Preço de lista: US $64.95
Disponível em: Hogrefe & Huber

Revisor: John B. Ziegler, MB BS, FRACP, MD, DipHEd, FAAAAI Head, Departmento de Imunologia e Doenças Infecciosas do Sydney Children's Hospital, RANDWICK NSW, Australia

Descrição:
O Collegium Internationale Allergologicum realize encontros bienais e convida cerca de 200 investigadores em alergia para uma reunião informal para discutir as pesquisas recentes e opções terapêuticas futuras. Este volume de capa dura com 252 páginas reúne os estudos apresentados no encontro realizado na Dinamarca em 2004 e que cobriu os tópicos: interação gene-ambiente, regulação de células T, mecanismos básicos da função de células efetoras, mastócitos, psiconeuroalergologia, asma e alergia alimentar, eczema, reações a drogas, diagnóstico e progresso em farmacoterapia, assim como imonoterapia não-específica e específica.

Proposta:
A proposta estabelecida e imlicada no nome do livro é fornecer uma ponte de ligação entre genética e mecanismos da resposta alérgica e a alergia prática. Obtido dos relatos de uma conferência, entretanto, o conteúdo é claramente determinado pelos interesses dos programas de pesquisa sem temas claramente emergentes. O propósito é talvez melhor descrever e permitir aos grupos de pesquisa apresentarem achados recentes e de interesse. O livro não apresenta discussão das correlações genotipo-fenotipo, cujo título parece promissor, mas, não se pode esperar para doenças alérgicas, que parecem ser doenças multigênicas.  

Público alvo:
Este não é um livro centrado no leitor. Ele não provê uma revisão sobre alguma área da alergia pesquisa, teoria ou prática. Ele não descreve o conhecimento atual sobre fatores genéticos determinando fenótipos alérgicos. Ele não descreve fenótipos alérgicos. O seu público alvo não são estudantes, especializandos ou médicos em outras disciplinas que procuram atualização no entendimento atual. Particularmente, o seu público alvo é de alergistas acadêmicos, pesquisadores que trabalham com alergia, alergistas práticos e imunologistas que buscam uma janela nas tendências da pesquisa atual.  

Características:
O livro reúne cerca de 70 trabalhos de 3 a 4 páginas que se assemelha ao formato de artigos de jornais com resumo, métodos, resultados, discussão e lista pequena de referências. Alguns são revisões curtas que apresentam trabalhos publicados com menos de 20 referências. Incomum para um volume ele não tem índice por assunto. Há uma lista de autores e um índice baseado em palavras chave (que não são necessariamente termos padrão) fornecidas pelos autores. Isso tem alguns efeitos incomuns. A contribuição australiana sobre imunoterapia com látex éstá identificado sobre o tema “alergia a látex”, “basófilos”, e "Hev b 6.01" mas não como imunoterapia. Muitos termos são nomes abreviados, por exemplo, de moléculas de superfície celular. Embora seja de grande interesse poucos leitores procurarão por IRp60 (inibidor de receptor de mastócitos recentemente descrito).  

Avaliação:
Este livro publicado em 2006 contém estudos apresentados em agosto de 2004 e o leitor não se beneficia com a urgência fornecida pelos delegados. O conteúdo está amplamente na forma de comunicações curtas que aparentemente não foram avaliados por conselho editorial.  De fato, há detalhamento metodológico insuficiente para permitir análise crítica. Isto à primeira vista parece ser fraqueza mas é também reforço desde que permite a oportunidade, por exemplo, publicar métodos que apesar de não serem necessariamente novas tecnologias são novas abordagens para problemas na pesquisa em alergia (ensaio de liberação de histamina por basófilos para detectar alérgenos da dieta circulantes; expressão de CD63 como marcador da ativação de basófilos). Ele permite que revisões breves encoragem os leitores na prpocura por áreas emergentes (diversidade do epitopo como correlato da gravidade das reações alérgicas a alimentos). Ele provê a oportunidade de colocar à frente hipóteses que permaneçam não testadas, mas que podem ser muito importantes (anticorpos contra seqüências espaciais de IgE fixada à membrana para modular a síntese de IgE). Todos esses desejos de manter atualizado o pensamento atual em alergia serão sentidos em todo o livro. Muitos podem preferir gastar o seu tempo em artigos recentes de jornais com corpo editorial.

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