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WAO Novas e Notas - Maio 2007
Volume 4,Número 5

Revisão de Jornais Médicos
WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO
E Em outras Novas . . .

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Revisão de Jornais Médicos

O Prof. Richard F. Lockey, MD, Editor Chefe da Web da WAO reviu os principais artigos de revistas médicas para alergistas práticos.

1. CÉLULAS T NATURAL KILLER (NK) CONSTANTES NA ASMA (A) E NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
Os autores estudaram a freqüência de células NK nas vias aéreas de pacientes com A leve (8 não tratados com corticosteróides inalados) e A moderada (16 tratados com corticosteróides inalados), 10 indivíduos com DPOC e 10 controles. As células NK foram quantificadas por citometria de fluxo empregando-se tetrâmeros de CD1d carregados com α-galactosilceramida e anticorpos específicos ao receptor NK em amostras de lavado broncoalveolar (LBA), escarro induzido, e espécimes de biópsia brônquica. Foi realizada PCR em tempo real nas células do LBA para evidenciar a expressão do gene do receptor NK. Os autores encontraram que menos de 2% das células T obtidas de todos os indivíduos foram similares e não expressaram o RNA-mensageiro para os domínios Vα24 e Vβ11 do receptor NK. Células NK foram identificadas em baixo número nas vias aéreas de indivíduos com asma, DPOC, e controles. Comentários do Editor: mais estudos são necessários para determiner o possível papel das células NK na asma. Vijayanand P, et al. N Engl J Med 2007; 356: 1410. Editorial, Ho LP: 1466.

2. TERAPÊUTICA COM OPIÁCEOS NA TOSSE CRÔNICA (TC)
27 pacientes com TC foram admitidos em estudo DCCP randomizado que empregou 4 semanas de sulfato de morfina (SM) de liberação lenta 5 mg 2X/dia e um período correspondente de placebo. Extensão aberta do estudo central permitiu o uso de doses escalonadas de SM 10 mg 2X/dia. TC foi avaliada empregando-se o questionário de Tosse de Leicester (LCQ), registro de sintomas diariamente e desencadeamento de tosse com ácido cítrico (CACC). Aumento significante de 3,2 pontos sobre o basal foi verificado no LCQ (p < 0,01). Redução rápida de 40% nos escores de TC foi verificada com os indivíduos em tratamento com MS de liberação lenta (p < 0,01). O teste de CACC não documentou mudanças significantes. Dois terços de 18 pacientes na extensão do estudo optaram para aumentar o SM para 10 mg 2X/dia, e ao final de três meses, houve melhora na TC entre os grupos de 5 e 10 mg. SM é antitussígeno efetivo em TC em doses de 5 a 10 mg duas vezes ao dia. Comentários do Editor: O risco (efeitos adversos, dependência e sedação) - benefícios (redução da tosse) devem ser ponderados quando se prescrever SM para TC. Morice AH, et al. Am J Respir Crit Care Med 2007; 175: 312.

3. SOBREPESO, OBESIDADE, E OCORRÊNCIA DE ASMA – META-ANÁLISE DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS PROSPECTIVOS
Este é uma pesquisa na base de dados bibliográficos sobre estudos que avaliaram o índice de massa corporal (BMI) e a ocorrência de asma em adultos. Observadores independentes extraíram os dados dos estudos que preenchiam os critérios de análise [categorias definidas de peso normal (BMI < 25), sobrepeso (BMI, 25-29.9), e obesidade (BMI ≥ 30)]. Sete estudos com 333.102 indivíduos preencheram os critérios de inclusão. O sobrepeso e obesidade conferiram odds aumentado para ocorrência de asma, com OR = 1,51 (IC95% 1,27 – 1,80). Observou-se efeito dose resposta. As observações estiveram presentes em ambos homem (OR = 1.46; IC95% 1,05 – 2,02) e mulher (OR = 1,68; IC95% 1,45 – 1,94; p = 0,232 para a comparação). Os autores concluem que o sobrepeso e obesidade têm risco dose dependente para o odds de ocorrência de asma. Comentários do Editor: Esta é a melhor revisão disponível que indica que sobrepeso e obesidade são fatores de risco para asma. Beuther DA, et al. Am J Resp Crit Care Med 2007; 175: 661.

4. SEGURANÇA DO TRATAMENTO COM ANTI-IMUNOGLOBULINA E, O OMALIZUMABE (O), EM PACIENTES ALÉRGICOS COM RISCO DE INFECÇÃO POR GEOHELMINTOS (GI)
137 indivíduos (12 -30 anos) com risco de GI foram incluídos em estudo DCCP randomizado. Todos foram tratados pré-estudo com anti-helminto e seguidos por 52 semanas com o tratamento com O ou placebo (P). 50% (34/68) dos pacientes O tiveram pelo menos um GI intestinal vs 41% (28/69) dos P [OR = 1,47, IC95% 0,74 – 2,95, monocaudal p = 0,14; OR (ajustado para visita o estudo, estado infeccioso basal, sexo e idade) 2,2 (0,94 – 5,15); monocaudal p = 0,035], provendo alguma evidência para um potencial aumento da incidência desta forma de infecção em indivíduos que recebem este medicamento. A gravidade da infecção e a resposta aos anti-helmínticos parecem não ser afetadas pelo tratamento com O. Os autores concluem que neste estudo exploratório que o tratamento com O pode se associar a modesto aumento da incidência de GI. Entretanto, tal terapêutica foi segura e bem tolerada. Comentários do Editor: Mais informações são necessárias para determiner se o tratamento com anti-IgE é associada a aumento do risco de infecções intestinais por helmintos. Cruz AA, et al. Clin Exp Allergy 2007; 37: 197.

5. CURSO CURTO DE MONTELUCASTE (M) PARA ASMA INTERMITENTE (IA) EM CRIANÇAS – ESTUDO CONTROLADO E RANDOMIZADO
220 crianças (idades 2 – 14 anos) com IA foram randomizados neste estudo multicêntrico, DCCP, com duração de 12 meses, 107 para M e 113 com placebo (P), para determinar se o curso curto de M em crianças com IA poderia modificar a intensidade da exacerbação de asma. Houve 681 episódios tratados (345 M, 336 P) por 202 pacientes. O grupo M teve 163 idas não agendadas ao sistema de saúde por asma em comparação a 228 no grupo P (OR = 0,65; IC95% 0,47 – 0,89). Houve redução não significante de visitas ao especialista, hospitalizações, duração do episódio agudo, e uso de beta-agonista e de prednisolona. Os sintomas foram reduzidos em 14% e os despertares noturnos em 8,6% (p = 0,043), dias fora da escola ou creche em 33% (p < 0,0001 para ambos). Os autores concluem que M introduzido aos primeiros sinais de um episódio de A resulta em redução modesta na busca aguda pelas unidades de saúde, sintomas, tempo fora da escola e dos pais fora do trabalho em crianças com IA. Comentários do Editor: Mais estudos são necessários para determinar os efeitos do M sobre infecções virais do trato respiratório, particularmente quando M é usado para prevenir infecções virais. Robertson CF, et al. Am J Respir Crit Care Med 2007; 175: 323.

6. PREVALÊNCIA DE INFECÇÕES VIRAIS DO TRATO RESPIRATÓRIO EM CRIANÇAS COM ASMA (A)
Secreções respiratórias de crianças com idades entre 2 a 17 anos com exacerbações de A (casos, n = 65) e com A bem-controlada (controles, n = 77), pareadas por idade e estação do ano de admissão, foram testados para rinovirus, enterovirus, vírus sincical respiratório, metapneumovirus humano, coronavirus 229E e OC43, parainfluenza virus 1 a 3, influenza virus, adenovirus, e bocavirus humano. Os vírus respiratórios foram associados a exacerbações de A (63,1% entre os casos vs. 23,4% entre os controles; OR = 5,6; IC95% 2,7 – 11,6). Os rinovirus foram os mais prevalentes (60% entre os casos vs. 18,2% entre os controles) e os únicos associados às exacerbações (OR = 6,8; IC95% 3,2 – 14,5). Os autores concluem que rinovirus podem ser alvo para terapias no sentido de diminuir as exacerbações de asma. Comentários do Editor: Este artigo confirma que os rinovirus são os mais importantes vírus associados às exacerbações de asma em crianças. Khetsuriani N, et al. JACI 2007; 119: 31.

7. CORRELAÇÃO ENTRE RESPOSTA AO BRONCODILATADOR E QUALIDADE DE VIDA (QOL) EM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
63 indivíduos co DPOC, media de idade 71,7 anos, foram investigados para determinar a relação entre reversibilidade e QOL. VEF1 (% previsto) pós-broncodilatador foi positivamente correlacionado aos escores totais de dois diferentes questionários de QOL (p <,0001 e p < 0,006). Para a maior parte, reversibilidade do CVF foi também positivamente correlacionada. A reversibilidade do VEF1 não se correlacionou com o escore total e nem com os outros itens nas escalas. Os autores concluem que pacientes que têm CVF que responde a broncodilatador em repouso pode resultar em melhora da QOL após prescrição. Comentários do Editor: Broncodilatadores provavelmente melhoram a QOL em pacientes com DPOC primariamente por causa do aumento da função respiratória. Omata M, et al. Allergol International 2007; 56: 15.

8. DIVISÃO ASSIMÉTRICA DE LINFÓCITO T NA INICIAÇÃO DA RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA
Revisado por Gary Hellermann, Ph.D.
A ativação da célula T pela interação com o peptídeo-MHC nas sinapses imunológicas é o fator chave da imunidade adaptativa, mas é apenas uma parte do quadro. A ativação também produz células T de memória que geram uma resposta rápida quando na presença do mesmo antígeno. Neste artigo interessante, os autores fazem hipóteses que a polarização de proteínas específicas entre a sinapse e o polo oposto nas células T durante contato prolongado com as células apresentadoras de antígeno resulta na divisão assimétrica produzindo duas células filhas, uma célula T efetora que carrega marcadores de célula T do lado da sinapse e outra célula T de memória com marcadores do polo distal. Comentário do Editor: A razão para esta interação ampliada entre células T e células dendríticas carreadoras do antígeno parece ser por co-geração de células T efetoras e de memória por divisão celular assimétrica. Chang JT et al. Science 2007, 315:1687. Editorial, Littman DR, et al.: 1673.

9. ANÁLISE CONJUNTA DA QUEDA DO VEF1 EM PACIENTES COM DPOC RANDOMIZADOS A CORTICOSTEROIDES INALADOS (ICS) OU PLACEBO (P)
Este estudo é a compilação de dados de sete estudos de longo prazo, randomizados e controlados sobre ICSs vs. P com duração superior ou igual a 12 meses em pacientes com DPOC moderada a grave. 3.911 pacientes foram randomizados (29,2% mulheres) foram incluídos na análise. Nos primeiros seis meses após a randomização, o uso de ICS foi associado a aumento médio (± SE) significante do VEF1 de 2,42 ± 0,19% comparado ao P (p < 0,01). Entretanto, dos 6 aos 36 meses, não houve diferença significante entre o tratamento com P e ICS em termos de declínio do VEF1 (-0,01 ± 0,09%; p = 0,86). Os autores concluem que o tratamento com ICS é mais efetivo em ex-fumantes que em fumantes ativos com DPOC e que mulheres têm respostas mais amplas que os homens. Entretanto, este efeito durou apenas por seis meses e deste modo não altera o declínio de VEF1. Comentários do Editor: É possível que haja fenótipos dentro desta coorte com doença reversível das vias aéreas que responde melhor e por períodos mais prolongados que outros que têm reversibilidade mínima ou ausente? Soriano JB, et al. Chest 2007; 131: 682.

10. SELEÇÃO DE CORTICOSTEROIDES INALADOS (ICS) BASEADA EM EVIDÊNCIA PARA O TRATAMENTO DA ASMA CRÔNICA
É um artigo excelente baseado em evidências publicadas pela literatura comparando vários ICSs. Há heterogeneidade considerável nos resultados publicados sobre esses medicamentos e sua eficácia, e efeitos colaterais dependentes da formulação, dosagem e dispositivos usados, idade dos pacientes, gravidade da asma e técnica de inalação. Cada medicação é revisada e os pros e contra sobre o seu uso são apresentados. O artigo tem 12 páginas e 137 citações. Comentários do Editor: É uma ótima revisão em tema tão importante todos os médicos que tratam asma. Abdullah AK, et al. J Asthma 2007; 44: 1

11. ATUALIZAÇÃO EM ASMA 2006
Drs. Moore e Peters atualizaram o Asma 2006. Entre os novos conceitos discutidos inclue-se os beta agonistas de longa ação, risco, e a genética dos receptores β2-adrenérgicos. Eles também revisaram os pros e contra da terapia inalatória preventiva de asma com corticosteróides em lactentes sibilantes transitórios. Discute-se o Anti-fator de necrose tumoral α como uma nova medicação potencial para asma. Além disso, as interações gene-ambiente, farmacogenômica, endotoxina e ozônio, remodelamento na asma (remodelamento vascular e remodelamento na criança), e o ADAM33, o gene que melhor exemplifica o significante aumento das proteínas da matriz celular e das células mesenquimais na patogênese da asma, são discutidos. Comentários do Editor: Grande revisão para clínicos que cuidam de pacientes com asma. Moore W et al. Am J Resp Crit Care Med 2007; 175: 649.



WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO


allergic disease resource centerNovo Resumo Disponível

Novo resumo sobre Farmacoterapia das Doenças Alérgicas foi disponibilizado no site da WAO. De autoria de Dr. Saha Siddiqui, Prof. Peter Bradding, e Prof. Stephen Holgate do reino Unido, este resumo revê as terapêuticas disponíveis na atualidade para o tratamento das doenças alérgicas, explicando os seus mecanismos de ação, os principais efeitos colaterais, e comentários gerais a respeito do seu uso. Para ler o resumo, clique aqui.

Documento da WAO sobre Imunoterapia Específica
A Organização Mundial de Alergia (WAO) reuniu grupo de especialistas para idealizar guias sobre metodologia de estudos futuros de imunoterapia para assegurar que pacientes sejam tratados em base de evidências científicas e para minimizar o risco de uso indevido de recursos financeiros para estudos científicos. O documento sumariza as recomendações para desnho de estudo, seleção de pacientes, desfechos apropriados e tratamento estatístico para ser usado no planejamento e realização de estudos clínicos com imunoterapia específica.

O documento foi publicado recentemente no número de Março de 2007 do Allergy: European Journal of Allergy and Clinical Immunology e agora está disponível grátis para você no PubMed.

Você pode acessar o documento no Allergic Disease Resource Center na Webpage da WAO.

Nova Revisão de Casos Interativos
Perca uns isntantes para testar o seu conhecimento com os novos Revisão de Casos Interativos baseados em Relatos de casos Clínicos – Angioedema induzido por conversores da angiotensina pelo Dr. Byol Shin.

Chamada por inscrições

  • Inscrição para Treinamento de Curta Duração em Pesquisa da WAO
    A WAO oferece três Bolsas para jovens alergistas realizarem treinamento de curta duração em pesquisa com início no final do segundo semestre de 2007 em centro de sua escolha. A duração desta visita será de 2 a 3 semanas e a WAO contribuirá com até US $2,500 para despesas de viagem e hospedagem, para cada um dos três ganhadores.

    Serão priorizados os clínicos jovens com até cinco anos de obtenção do título de especialista em alergia e que estiver ligado a serviço universitário ou instituto clínico. Os solicitantes deverão ser membros de sociedades membros da WAO.

    Os treinamentos de curta duração deverão ser direcionados às seguintes áreas de pesquisa prioritárias da WAO:

*Fatores genéticos envolvidos no desenvolvimento de doença alérgica e resposta ao tratamento
*Caracterização e padronização de alérgenos
*Estudos clínicos e básicos em alergia e asma

Os formulários para submissão podem ser baixados aqui: Link

Os pedidos serão recebidos pela WAO até 31 de maio de 2007

Prêmio WAO de Pesquisa Henning Løwenstein – 2007
O Prêmio WAO de Pesquisa da WAO Henning Løwenstein é um prêmio bienal dado a jovens pesquisadores que tenham mostrado excelência no campo da Alergia. A WAO e ALK-Abelló apresentarão o ganhador no Congresso Mundial de Alergia em Bancoque, 2 a 6 de dezembro de 2007.

O ganhador receberá 20.000 EUROS além de bolsa para participar do Congresso Mundial de Alergia.

alk-abelloAs normas para submissão estão no www.alk-abello.com e clique no "The WAO Henning Løwenstein Research Award."

Data final: 30 de junho de 2007

Bolsas de Viagem para o Congresso Mundial de Alergia (WAC)
A WAO em parceria com a Schering-Plough Corporation (SPC), a Academia Européia de Alergologia e Imunologia Clínica (EAACI), e a Academia Americana de Asma e Imunologia (AAAAI), estão patrocinando várias Bolsas de Viagem para jovem cientistas atenderem o Congresso Mundial de Alergia da WAO (WAC) em Bancoque, Tailândia, 2-6 de Dezembro de 2007. Para maiores informações, clique aqui.

Você está convidado a assistir.....

wafSimpósio WAF: Tolerância Imune
XXVI Congresso da EAACI
Terça feira, 12 Junho de 2007, 8:30 - 10:00
Göteborg Convention Centre, Sala K2-K3
Gotemburgo, Suécia

Coordenadores:
Michael A. Kaliner, Estados Unidos
Anthony J. Frew, Reino Unido

Conceitos sobre indução de tolerância no pulmão
Dale Umetsu, Estados Unidos

Modulação das doenças relacionadas à IgE na criança: asma atópica como paradigma
Patrick Holt, Austrália

O omalizumabe pode ser sinérgico à imunoterapia?
Thomas Casale, Estados Unidos

O World Allergy Forum é patrocinado por verba institucional irrestrita da

novartis

bangkok logoSimpósio 2007 World Allergy Congress: Falseadores de Doenças Alérgicas
XXVI Congresso da EAACI
Terça feira, 12 de Junho de 2007, 15:30 – 17:00
Göteborg Convention Centre, Sala K2-K3
Gotemburgo, Suécia

Chair: Michael A. Kaliner, Estados Unidos

Conjuntivie
Connie Katelaris, Austrália

Asma
Ronald Dahl, Dinamarca

Rinossinusite
Michael A. Kaliner, Estados Unidos

Locais do Programa Educacionalcem Junho

gloriaLocais do GLORIA

Sociedade de Asma e Alergia da Virgínia
16-17 Junho 2007
Virginia Beach, Virginia
Professor EUA GLORIA:
Ira Finegold
Apresentação:
Módulo 5: Tratamento da Asma Grave

Sociedade da Louisiana de Alergia, Asma e Imunologia
23-24 de Junho de 2007
New Orleans, Louisiana
Professor EUA GLORIA:
Michael Blaiss
Apresentações:
Módulo 2: Conjuntivite alérgica
Módulo 5: Tratamento da Asma Grave

GLORIA é apoiado por verba educational irrestrita de:

alcon
dey
schering-plough


GLORIA Módulo 5: Tratamento da Asma Grave está disponível!
WAO está contente de anunciar que o Módulo sobre o Tratamento da Asma Grave, que está disponível para download.

seminars and conferencesLocais de Seminários & Conferências

Congresso Nacional Mexicano de Imunologia Clínica e Alergia
27-30 de Junho de 2007
Cancun, México
Convidado da WAO:
Jay Portnoy
www.cmica.org

esp latin americaEncontro de Sociedades Emergentes - Cancun, México
O primeiro Encontro de Sociedades Emergentes da WAO (ESM) de 2007 se realizará durante o LXI Congresso Nacional de Imunologia Clínica e Alergia, 27-30 de Junho de 2007 em Cancun, México. O ESM tem como objetivo o acompanhamento de ESM que se realizou na América Latina em 2006 e incluirá representantes de Honduras, Guatemala, Cuba, El Salvador, Nicaragua e Martinica. Este encontro é subsidiado conjuntamente pelo American College of Allergy, Asthma and Immunology, o Coégio Mexicano de Alergia, Asma e Imunologia Clínica e a WAO.

Para mais informações do encontro do Colégio Mexicano de Alergia, Asma e Imunologia Clínica, 27-30 de Junho de 2007, por favor clique aqui.


Assinatura do Jornal Online -

WAO e Hogrefe & Huber Publishers estão oferecendo número limitado de assinaturas onlune grátis do Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization para membros em países em desenvolvimento. Se você estiver interessado em receber uma assinatura online complementar, mande e-mail a info@worldallergy.org, assinalando "Free Journal Subscription" no assunto da mensagem com os seguintes detalhes:

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E Em outras Novas

Revisão de Dois Livros de Alergia

BAsma brônquica: um guia para o entendimento prático e tratamento
Editado: M Eric Gershwin, e Timothy E Albertson.
ISBN: 1-58829-604-0
Preço de lista: $125.00 USD (livro texto e eBook)
$99.50 USD (paperback)
Disponível: Humana Press

Revisor:
Dr David C Sutherland, FRACP
Nineways Specialist Clinic, Broadmeadow, NSW, Austrália

Descrição:
Esta é a quinta edição do guia compreensivo de diagnóstico e manejo da asma brônquica. As edições anteriores haviam sido bem revisadas pela imprensa médica. A edição atual provê atualização dos desenvolvimentos atuais e das novas aquisições terapêuticas expostos em tabelas e gráficos que foram adicionados para tornar o livro de fácil uso. A cobertura do tópico é enciclopédica com cada capítulo e mesmo sessões dentro dos capítulos escritos de modo que os permite lê-los de modo isolado. Estes são o ponto forte e fraco do livro.

Proposta:
O livro foi idealizado para prover acesso rápido sobre informações práticas com relação ao diagnóstico e manejo da asma brônquica colhidas de numerosos estudos científicos e revisões publicados nos últimos trinta anos.

Público alvo:
Este livro foi idealizado para prover informações práticas para generalistas e especialistas outros que não pneumologistas e alergologistas/imunologistas, assim como para todos os clínicos que necessitem tratar essa condição tão comum, como parte do cuidado total de seus pacientes.

Características:
O escopo do livro é muito compreensivo indo da imunologia básica e da fisiologia pulmonar aos tópiocs de manejo e problemas clínicos específicos ao estilo de vida. O formato do livro permite acesso rápido à informação, pelo uso de pontos chave, numerosas tabelas e figuras, e sumários. Muitos dos capítulos fornecem atualização extensa de referências.

Avaliação:
Este volume atinge sucesso ao fornecer informação prática e acessível sobre o diagnóstico e manejo da asma brônquica para os médicos não especializados nesta área. Entretanto, este formato significa que o volume não foi idealizado para ser lido de capa a capa e mesmo dentro de capítulos isolados há grande repetição. Este formato permite a inclusão de grande quantidade de informação detalhada que pode ser de interesse para clínicos isolados, ou talvez relevantes para o manejo de pacientes específicos, mas não necessariamente de interesse para o leitor em geral. Muito das informações (por exemplo epidemiologia, informação sobre drogas, sistema de saúde e o manejo da asma para minoridades) é direcionado à audiência norte-americana e tem menor relevância para clínicos de quaisquer localidades.

Em geral, é um texto útil para consulta e pode ser incluído em todas as bibliotecas de instituições médicas. O acesso fácil à informação detalhada o tornará em fonte atrativa de pesquisa para estudantes de graduação e pós-graduação de outras áreas da medicina respiratória e alergia/imunologia.

Oxford Handbook de Imunologia Clínica e Alergia
Editado por: Gavin Spickett
ISBN13: 9780198528661
ISBN10: 0198528663
Preço de lista: $45.00 USD
Disponível: Oxford University Press

Revisor:
Thomas Chacko, MD
Divisão de Alergia e Imunologia
Colégio de Medicina da Universidade do Sul da Flórida, Tampa, FL, EUA

Descrição:
Este livro referência de bolso é um guia prático e clinicamente relevante para o diagnóstico e manejo de doenças em imunologia clínica e alergia.

Proposta:
Ele fornece ao medico e outros profissionais de saúde com um texto de referência rápido que cobre amplo espectro de tópicos clínicos, testes básicos de laboratório e os últimos avanços neste campo.

Público alvo:
O livro é gerado para o estudante novato, o residente de sub-especialidade em alergia e imunologia, e outros médicos que queiram um livro rápido de referência sobre informações em campo extenso.

Características:
o livro é dividido em duas secções. A primeira cobre doenças clínicas incluindo imunodeficiências primárias e secundárias, doenças alérgicas, auto-imunidade, doenças do tecido conectivo e vasculites. Há muitas tabelas em cada capítulo mas poucos algoritmos. Mesmo as doenças mais raras são salientadas do ponto de vista de pontos clínicos chaves. A segunda secção cobre os testes diagnósticos e sumariza a metodologia e os prós e contra de cada teste.

Avaliação:
Este excelente livro referência de bolso para imunologia clínica e alergia. As secções são ordenadas para permitir consulta rápida de fatos chave. É pequeno e fácil de carregar. Outras fontes são necessárias para maior aprofundamento desses tóppicos, mas é um bom começo.

Em resumo, o Oxford Handbook de Imunologia Clínica e Alergia será particularmente útil para o estudante e para o médico que querem uma fonte rápida e conveniente para encontrar fatos chave, em amplo espectro de tópicos relacionados a este campo.

Encontre mais revisões de livros de alergia no Website da WAO, aqui.

 

A missão da World Allergy Organization é construer uma aliança global das sociedades de alergia para disseminar a excelência em cuidados clínicos, pesquisa, ediucação e treinamento. Visite-nos no Web www.worldallergy.org

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