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WAO Notícias & Lembretes

Revisão de Jornais Médicos de Julho
Ponto de Encontro de Sociedades Membro da WAO
WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO
E outras notícias

Revisão de Jornais Médicos de Julho

O Prof. Richard F. Lockey, MD, Editor Chefe da Web da WAO, revisou os principais artigos de jornais médicos de Julho para alergistas práticos.

1. EFEITOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE COM BUDESONIDA INALADA SOBRE A FUNÇÃO PULMONAR EM ASMA DE DIAGNÓSTICO RECENTE
Este estudo randomizado, duplo-cego com 7.165 pacientes (5 a 66 anos) com asma persistente há menos de 2 anos determinou se a intervenção precoce com baixa dose de budesonida inalada (BI) previne eventos graves relacionados à asma e o declínio da função pulmonar. Pacientes receberam BI (200 µg qd para crianças menores de 11 anos e 400 µg qd para os outros) ou placebo durante três anos associados às medicações habituais para o tratamento da asma. O tratamento com BI aumentou significantemente o VEF1 (percentagem do previsto) antes e após broncodilatador e reduziu a queda média do basal para broncodilatador ao ano um e três: -0,62% e -1,79% para BI e -2,11% e -2,68% para o placebo, respectivamente (p<0,001). O declínio foi mais acentuado para os homens, fumantes ativos, e maiores de 18 anos. Os efeitos limitados do tratamento ocorreram em adolescentes. Comentários do Editor: Este estudo multinacional demonstra que baixas doses de BI melhoram a função pulmonar em asma persistente de início recente e reduz a perda de função pulmonar no decorrer do tempo. O'Byrne PM, et al. Chest 2006; 129: 1478.

2. SENSIBILIZAÇÃO A AEROALÉRGENOS E REATIVIDADE DAS VIAS AÉREAS (HRB) AOS 7 ANOS DE IDADE
Centro e trinta e uma crianças com risco elevado de para atopia foram submetidas a testes cutâneos de leitura imediata (prick, TC) a painel de aeroalérgenos e teste de broncoprovocação com metacolina entre os 6,5 e 8,8 anos (mediana da idade 7,0 anos) para investigar a relação entre fatores atuais e no início da vida e HRB. Cinqüenta e um porcento (67) tiveram pelo menos um TC positive e 28% (37) tiveram HRB. Após o ajuste para covariáveis relevantes, HRB foi fortemente associada com sensibilização a pelo menos quatro aeroalérgenos: gato, ácaros da poeira, barata e gramínea. Não se observou relação entre exposição precoce, no início da vida a aeroalérgenos perenes ou a fatores perinatais e no primeiro ano de vida (ida a creche, aleitamento materno, e infecções do trato respiratório inferior). Os autores concluem que entre crianças pequenas com risco de atopia a sensibilização a aeroalérgenos específicos, mas as exposições precoces não estão associadas a aumento da HRB. Comentários do Editor: O principal fator de risco para HRB neste estudo foi a sensibilização a gato, ácaros da poeira, barata e gramínea. TePas EC, et al. Chest 2006; 129: 1500.

3. AUMENTO DO ÓXIDO NÍTRICO EXALADO E ATIVAÇÃO DO MASTÓCITO EM EXPOSIÇÕES REPETIDAS A BAIXAS DOSES DE ALÉRGENO.
Oito pacientes com asma leve alérgica completaram dois períodos de sete dias com desencadeamento com baixa dose de alérgeno e diluente, respectivamente. Os pacientes estavam sem sintomas à inclusão e foram investigados quando não expostos ao alérgeno específico. A função pulmonar e os sintomas foram monitorados e a fração de óxido nítrico exalado (Fe,NO) e mediadores urinários foram correlacionados às mudanças da HRB à histamina e adenosina. Não houve mudança na função pulmonar ou nos sintomas de asma. A exposição repetida a alérgeno, em contraste ao diluente, causou aumentos significantes à responsividade à histamina (2,3 doses dobradas), aumento precoce e gradual no Fe,NO (até o dabro do basal) e pequeno aumento em marcador de mastócito 9a11ß-prostaglandina F2 após desencadeamento com adenosina. Comentários do Editor: Exposição seriada a baixa dose de alérgeno causa inflamação da via aérea. Ihre E, et al. Eur Respir J 2006; 27: 1152.

4. TERAPPIA DE REPOSIÇÃO SUBCUTÂNEA RÁPIDA COM IgG É EFETIVA E SEGURA EM CRIANÇAS E ADULTOS COM IMUNODEFICIÊNCIAS PRIMÁRIAS – ESTUDO PROSPECTIVO MULTINACIONAL.
Sessenta pacientes (16 crianças, 44 adultos) participaram no estudo para avaliar: (1) níveis de IgG quando os pacientes foram transferidos de IgG intravenosa (IVIG) em hospital para infusões auto-administradas de IgG subcutânea (SCIG) no domicílio usando a mesma dose cumulativa, (2) proteção contra infecções, e (3) segurança das preparações de IgG a 16% prontas para uso. Dez adultos que eram tratados há anos com SCIG foram os controles. Foram administradas 2.297 infusões e 28 (1%) tiveram reações sistêmicas, nenhuma delas séria. A administração de SCIG foi segura e níveis elevados de IgG foram facilmente mantidos e conferiram proteção contra infecções. Comentários do Editor: SCIG é segura e efetiva e pode ser mais custo efetiva que a IVIG. Gardulf A, et al. J Clin Immunol 2006; 26: 177.

5. FATORES PROGNÓSTICOS PARA GRAVIDADE DA ASMA: ESTUDO DE COORTE PROSPECTIVO INTERNACIONAL COM 9 ANOS DE DURAÇÃO.
A caracterização da Iniciativa Global para Asma foi usada em 2002 para investigar a gravidade da asma em 856 pacientes identificados como sendo asmáticos de 1991-93 no Estudo sobre Saúde Respiratória da Comunidade Européia. A gravidade (intermitente, persistente, leve, moderada, grave) medida no basal foi monitorada durante o acompanhamento. Asma persistente moderada, e grave foram caracterizadas pela deterioração precoce da função pulmonar. Níveis elevados de IgE e tosse persistente, hipersecreção de muco foram marcadores fortes de asma moderada/ grave. Remissão ocorre primariamente em pacientes com formas menos graves de asma. Comentários do Editor: Asma grave causa asma grave. de Marco R, et al. J Allergy Clin Immunol 2006; 117: 1249.

6. POLIMORFISMOS FUNCIONAIS NO GENE 2 DA LECTINA LIGADA À MANNAN (MBL): EFEITO DOS NÍVEIS DE MBL E OTITE MÉDIA.
Doze variantes genéticas no gene MBL2 e níveis séricos de MBL funcional foram determinados em uma coorte de crianças com otite média aguda recorrente. Foram construídos haplotipos e foram associados aos níveis séricos de MBL funcional e o número de episósiuos de otite no ano anterior. Polimorfismo de nucleotídeo único (SNP) na região promotora, no exon 1, e no exon 4 da MBL2 foram documentados contribuir com o risco aumentado de otite média em crianças menores de dois anos. Comentários do Editor: MBL é clinicamente importante durante a infância precoce quando os anticorpos fornecidos pela mãe e a imunidade protetora adaptativa não estão totalmente desenvolvidos. Wiertsema SP, et al. J Allergy Clin Immunol 2006; 117: 1344.

7. QUIMOQUINAS INDICAM ASPERGILOSE BRONCOPULMONAR (ABPA) EM PACIENTES COM FIBROSE CÍSTICA (CF)
Os níveis de quimoquinas Th2 tímicas e quimoquina reguladora da ativação (TARC) e quimoquina derivada de macrófago (MDC) foram medidas em pacientes com CF e ABPA, asma e ABPA, CF colonizados por Aspergillus fumigatus, CF sensibilizados a A. fumigatus, pacientes atópicos com CF, e controles atópicos sem CF. Os níveis séricos de TARC diferenciaram os pacientes com CF ou com asma e ABPA com todos os outros. Longitudinalmente, os níveis de TARC indicam as exacerbações de ABPA, sugrindo ser TARC o marcador para identificação e monitoramento da ABPA em pacientes com CF. TARC vs IgE é o marcador mais sensível para as exacerbações em pacientes com CF e ABPA. Comentários do Editor: Talvez TARC seja o alvo terapêutico em pacientes com ABPA. Hartl D, et al.Am J Respir Crit Care Med 2006; 173; 1370.

8. PRINCIPAIS MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS APÓS EXPOSIÇÃO NO TERCEIRO TRIMESTRE AOS INIBIDORES DA ACE.
Coorte com 29.507 crianças foi realizada entre 1985 e 2000. Duzentos e nove e 202 foram expostos a inibidores da ACE e a outros agentes anti-hipertensivos, respectivamente, durante o primeiro trimestre e comparados a 29.096 controles. Crianaças expostas apenas durante o primeiro trimestre aos inibidores de ACE tiveram risco aumentado de malformações congênitas (risco relativo (RR), 2,71; intervalo de confiança 95% (IC), 1,72 a 4,27), particularmente dos sistemas cardiovascular e nervoso central (RR, 3,72; IC95% = 1,89 a 7,30). Os inibidores de ACE devem ser evitados durante a gestação. Comentários do Editor: Todos os medicos devem ser alertados que os inibidores da ACE são asscoiados a malformações congênitas. Cooper WO, et al. N Engl J Med 2006; 354: 2443.

9. RINITE MEDICAMENTOSA (RM)
RM é uma condição induzida pelo abuso dos descongestionantes intranasais. O termo RM, que também define a rinite de rebote ou química tem sido usado para descrever a congestão nasal secundária ao uso de outros medicamentos que não os descongestionantes tópicos. Tais medicações incluem os antagonistas ß-adrenoceptores orais, antipsicóticos, contraceptivos orais e anti-hipertensivos. Os mecanismos pelos quais a congestão ocorre secundária ao uso dos descongestionantes tópicos vs medicações orais são diferentes. Este artigo revisa a RM assim como a rinite induzida por drogas. Ele revê a sua apresentação, fisiologia da congestão nasal, mecanismos de ação dos descongestionantes nasais, patofisiologia da RM, histologia da RM, tratamento e a necessidade de pesquisas futuras. Comentários do Editor: RM e a rinite induzida por droga devem ser primeiramente identificadas para serem tratadas. Ramey JT, et al. J Investig Allergol Clin Immunol 2006; 16: 148.

10. DOSE BAIXA DE CORTICOSTERÓIDE INALADO E NASAL E O RISCO DE CATARATA.
Análise pareada de casos e controles foi realizada em coorte baseado em população de idosos que foram tratados com medicações para o tratamento de doenças das vias aéreas por plano universal de controle. O uso de corticosteróide inalado (pulmão) foi associado a aumento dose-relacionada de ambos: risco de catarata e catarata grave com necessidade de extração, e o aumento no risco de cataratas graves foi aparente mesmo em doses diárias inferiores a 500 µg. Os autores concluem que entre idosos, mesmo doses baixas de corticosteróides inalados se associam a aumento de risco, embora pequeno, a catarata necessitando extração. Esse risco aumentado não foi observado com os corticosteróides nasais. Comentários do Editor : corticosteróides inalados e nasais devem ser usados nas menores doses capazes de manterem o controle da doença. Ernst P, et al. Eur Respir J 2006; 27: 1168.

11. REVISÃO SOBRE MASTÓCITOS
Esta revisão contém artigos de Chang TW et al, "Anti-IgE as a mast cell-stabilizing therapeutic agent"; Rivera J, et al, "Molecular regulation of mast cell activation"; Metcalfe DD, et al, "Mast cell biology in evolution"; Bradding P, et al, "The role of the mast cell in the pathophysiology of asthma"; Gurish MF, et al, "Mast cells: Ontogeny, homing, and recruitment of a unique innate effector cell". Comentários do Editor: O mastócito é uma célula extraordinariamente complexa e permanece sendo a célula sentinela da inflamação alérgica. J Allergy Clin Immunol 2006; 117: (6).

Anti-IgE como agente terapêutico estabilizador do mastócito
Regulação molecular da ativação do mastócito
Biologia evolutiva do mastócito (Sem resumo disponível)
O papel do mastócito nas patofisiologia da asma
Mastócitos: Ontogenia, fixação e recrutamento da única células efetora inata

12. EOSINÓFILOS
Relatório do workshop em Tóquio, Japão, Junho 11, 2005 entitulado "Eosinophils in Allergy and Related Diseases" está publicado no International Archives of Allergy and Immunology. Trabalhos incluídos: Kishimoto S, et al, "Chemotaxis of Human Peripheral Blood Eosinophils to 2-Arachidonoylglycerol: Comparison with other Eosinophil Chemoattractants"; Itakura A, et al, "Interleukin 5 Plays an Essential Role in Elicitation of Contact Sensitivity through Dual Effects on Eosinophils and B-1 Cells"; Kushiya M, et al, "Differential Effects of Salbutamol and Montelukast on Eosinophil Adhesion and Superoxide Anion Generation"; Komiya A, et al, "Expression and Function of Toll-Like Receptors in Human Basophils"; Adachi T, et al, "The Role of Platelet-Derived Growth Factor Receptor in Eotaxin Signaling of Eosinophils"; Ueki S, et al, "Procaterol Upregulates Peroxisome Proliferator-Activated Receptor-? Expression in Human Eosinophils"; Matsumoto K, et al, "CpG Oligodeoxynucleotide Prolongs Eosinophil Survival through Activation of Contaminating B Cells and Plasmacytoid Dendritic Cells in vitro"; Hashimoto T, et al, "IL-2-Induced IL-13 Production by Allergen-Specific Human Helper T Cell Clones "; and Mori A, et al, "Th2-Cell-Mediated Chemokine Synthesis Is Involved in Allergic Airway Inflammation in Mice". Comentários do Editor: Esta é uma revisão muito interessante sobre os avanços na biologia eosinofílica e seu papel nas doenças alérgicas. Int Arch Allergy Immunol 2006; 140: 1-62.

Quimotaxia de eosinófilos humanos do sangue periférico ao 2-Araquidonoglicerol: comparação com outros quimoatraentes de eosinófilos
Interleucina 5 tem papel essencial na descoberta de sensibilidade de contato por efeitos duplos sobre os eosinófilos e células B-1
Efeitos diferenciais do Salbutamol e Montelucaste sobre a adesão do eosinófilo e a geração de ânion superóxido
Expressão e função dos receptores Toll-Like em basófilos humanos
Papel do receptor do fator de crescimento derivado de palquetas na sinalização dos eosinófilos por eotaxina
Procaterol aumenta a expressão do receptor-y ativado e proliferado por peroxisome em eosinófilos humanos
Oligodeoxinucleotídeo CpG prolonga a sobrevida de eosinófilo pela ativação de células B contaminantes e células dendríticas plasmacitóides in vitro
Produção de IL13 induzida por IL12 por clones de células T facilitadoras alérgeno específicas
A síntese de quimocinas Th2-mediadas está envolvida na inflamação alérgica em camundongos

13. TESTES ALÉRGICOS IN VIVO E IN VITRO
Este número atual do jornal da Sociedade Sul Africana de Alergia (ALLSA), Current Allergy & Clinical Immunology, contém uma revisão dos testes alérgicos in vivo and in vitro. Artigos incluem: Morris AJ, "To allergy test or not to test?"; Koshak E, "Do in vitro IgE tests have a role in identifying atopic asthma?"; Morris A, "Is allergy testing cost-effective?"; Potter PC, "Clinical indications and interpretation of the CAST"; Lopata AL, "Specialized in vitro diagnostic methods in the evaluation of hypersensitivity – an overview"; and Morris A, "ALLSA Position Statement: Allergen skin-prick testing." Comentários do Editor: Revisão excelente dos testes alérgicos. Current Allergy & Clinical Immunology 2006; 19: 2-25.

Teste alérgico ou não?
Os testes de IgE in vitro têm papel na identificação da asma atópica?
Os testes alérgicos são custo-efetivos?
Indicações clínicas e interpretação do CAST
Métodos diagnóstico especializados in vitro na avaliação da hipersensibilidade - revisão
Posicionamento da ALLSA: Testes cutâneos alérgicos

14. ABORDAGEM NO TRATAMENTO DAS SÍNDROMES HIPEREOSINOFÍLICAS: SUMÁRIO DE WORKSHOP
Síndromes hipereosinofílicas são grupo heterogêneo de doenças caracterizadas pela presença marcada de eosinofilia sanguínea periférica, eosinofilia tecidual ou ambas, que causam grande variedade de manifestações clínicas . Este grupo de clínicos discutem abordagens atuais e futuras das três doenças mediadas por eosinófilos: síndrome hipereosinofílica, síndrome de Churg-Strauss e doenças do trato gastrintestinal associada ao eosinófilo. Comentários do Editor: Excelente resumo deste workshop sobre síndromes hipereosinofílicas. Klion AD, et al. J Allergy Clin Immunol 2006; 117: 1292.


Ponto de Encontro de Sociedade Membro da WAO - A Sociedade Tailandesa de Alergia e Imunologia

Caro colegas,

A Ásia é o maior continente do mundo. Sua população é cerca de dez vezes a dos Estados Unidos. Conseqüentemente, pacientes que têm doenças alérgicas e imunológicas na Ásia representam número significativo da população e são atendidos de modo não adequado em decorrência das limitações de recursos humanos e de infraestrutura. Na última década, vários avanços em pesquisas e desenvolvimento da alergia têm sido desenvolvidos na Ásia, iniciandose pelo Japão e Coréia. Em 1991, a Associação Ásia-Pacífico de Alergia e Imunologia Clínica foi fundada e seu primeiro congresso foi realizado em Bangcok, Tailândia. Em 1997, a Associação Ásia-Pacífico de Alergia, Respirologia e Imunologia Pediátricas tomou forma e tem sido o eixo para a comunicação entre pesquisadores chave e pediatras alergistas na Ásia. Essas aquisições permitiram a realização rápida da pesquisas e de conhecimentos em alergia na Ásia, ambos em pesquisa e cuidados clínicos.

Durante 2 a 6 de Dezembro de 2007, em Bangcok, Tailândia, Ásia haverá a oportunidade de sediar o primeiro evento mundial em Alergia – o XX Congresso Mundial de Alergia (WAC 2007), o encontro bianual da World Allergy Organization (WAO). Como prelúdio para esse futuro encontro, a Sociedade Tailandesa de Alergia e Imunologia (AIST) está planejando o evento mais acolhedor para o WAC 2007. Arede asiática de Alergia e Imunologia "Quantum Leap to the Future Summit Meeting" será realizado em Pattaya, um famoso resorte à beira mar na Tailândia, em 5 e 6 de Outubro de 2006. O encontro contará com a presence de vários professores líderes de opinião do Japão, Hong Kong, Indonésia, França, Itália, e Estados Unidos. Os tópicos cobrirão toda a especialidade incluindo a pesquisa clínica básica e do dia a dia.

Uma vez que Tailândia tesm acesso fácil entre os outros países asiáticos, viajar para o nosso Congresso sera rápido e favorável a muitos associados de outras sociedades asiáticas de alergia. O custo de freqüentar o Congresso sera mantido o menor possível para permitir a participação mesmo dos novos países da Ásia. Além disso, o tempo amplo permitirá que medidas promissoras possam ser associadas às antigas em alergia e imunologia. Nós o convidamos cordialmente para se juntar a nós no Summite esperamos encontrá-lo em Pattaya em Outubro de 2006.

Pakit Vichyanond
Presidente da Sociedade Tailandesa de Allergy e Imunologia


WAO Agora: O que há de novo no mundo da WAO

Nova conversa WAO

Escutem o Dr Michael A. Kaliner, President da WAO, esclarecendo-0 (a) sobre "o que é WAO" e falando sobre a importância do conhecimento sobre alergia aro redor de todo o mundo.


gloria logoNovo s módulos GLORIA

WAO desenvolveu recentemente três noovs módulos que estã disponíveis para as sociedades membro solicite:

Módulo 7: Angioedema
Esse novo módulo revisa a patofisiologia, diagnóstico, genética e manejo das formas adquiridas e genéticas de angioedema.

Módulo 8: Anafilaxia
O modulo foi desenvolvido para prover revisão global sobre a patofisiologia, epidemiologia, diagnóstico e manejo desta reação ameaçadora da vida.

Módulo 9: Diagnóstico de sensibilização IgE
Este modulo revisa a especificidade e a sensibilidade dos principais testes diagnósticos, testes cutâneos e sorologia de anticorpos IgE alérgeno-específicos, que auxiliam na determinação de mecanismos patológicos presentes nos sintomas alérgicos.

Clique aqui para maiores detalhes sobre os módulos GLORIA.

Seminários & Conferências em 2006 Sedes Futuras

Seminários & Conferências, o programa educacional mais novo da WAO, oferece às Sociedades Membro da WAO a oportunidade de solicitar um conferencista internacional que não teriam condições de subvencionar para participar do seu congresso anual. Os locais escolhidos para 2006 foram:

17º Encontro Annual da Sociedade Austrália-Asiática de Imunologia Clínica e Alergia
Professor Convidado da WAO: Ronald Dahl
7-10, Setembro, 2006
Manly Beach, New South Wales, Austrália

Congresso ALL-4-Kids: Encointro conjunto da SociedadeSul Africana e Associação Sul Africana de Pediatria
Professor Convidado da WAO: Michael A. Kaliner
7-11, September 2006
South Africa

Para solicitor um Professor Convidado da WAO em 2007, por favor preencha o formulário online.


Bolsa para treinamento de longa duração da WAO - não esqueça!

Os pedidos para esta primeira bolsa de longa duração poderão ser submetidos à secretaria geral da WAO até 30 de Setembro de 2006.

Os formulários para esses pedidos podem ser obtidos clicando aqui.


Assinatura para Subscrição On-Line de Jornais da WAO –

WAO e Hogrefe & Huber Editores oferecem número limitado de subscrições grátis on-line da Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization para membros de países em desenvolvimento. Se você estiver interessado em receber uma subscrição complementar gratis, favor enviar e -mail a info@worldallergy.org, apontando "Free Journal Subscription" no assunto da mensagem e com os demais detalhes:

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Outras Novas

Revisão de Livros de Alergia

BIOLOGIA ESTRUTURAL do SISTEMA COMPLEMENTO
Morikis D, Lambris JD, eds.
2005 CRC Press

Preço de lista: $169.95
Dispponível em:
CRC Press

Revisora:
Dr Olga Patricia MARTINEZ, MB BS, FRACP, FRCPA, PhD
Hospital Royal Perth, PathWest, Escola de Cirurgia e Patologia, Universidade Oeste da Austrália

Descrição:
A descoberta das proteínas e moléculas do sistema complemento envolvidas na sua ativação e inibição tem muitos anos. Este livro descreve o conhecimento atual sobre a estrutura dos componentes do complemento e das suas moléculas ativadoras e inibidoras. Cada capítulo é dedicado a componente particular, com a descrição detalhada de sua estrutura e função e como eles se correalcionam entre si. Os dois capítulos finais descrevem moléculas que controlam a ativação do complemento para as quais análogos poderão ser desenvolvidos e produzidos com fins terapêuticos.

Objetivo:
A proposta deste livro foi reunir em um volume o que há de mais atual sobre a estrutura biológica dos componentes do complemento, dos ativadores e inibidores do sistema complemento, com correlações entre estrutura e função.

Público-alvo:
Este livro é predominantemente dirigido a pesquisadores interessados em muitas moléculas que participam na resposta mediadas pelo complemento, incluindo moléculas de ativação e inibição e suas interações. Ele também é direcionado a pesquisadores interessados na dinâmica de proteínas e termodinâmica desse processo. Algumas sessões do livro que descrevem o papel do sistema complemento na imunidade inata e adquirida poderão ser de interesse para imunologistas. A possibilidade de controle da ativação do complemento por moléculas sintéticas é de interesse para clínicos que tratam doenças imunologicamente mediadas.

Rosto:
O capítulo inicial oferece revisão histórica sobre o descobrimento, purificação e descrição da estrutura tridimensional das proteínas do complemento. Os capítulos subseqüentes descrevem em detalhes a estrutura molecular e modular das proteínas de controle do complemento (CCP), proteínas individuais do complemento, alguns receptores do complemento, ativadores e inibidores. Cada capítulo é ilustrado com tabela de conteúdo, contém tabelas e diagramas e é encerrado por extensa lista de referências e quando necessário pela infomação de apoiadores e ma contribuição de outros colegas.

O livro é acompanhado por CD. Ele contém todas as figuras e legendas em arquivos em separado Acrobat. Muitas figuras são em preto e branco, mas algumas têm alguns tópicos ressaltados. Há links ao PDB (Protein Data BanK) para todas as estruturas discutidas e para as proteínas relacionadas ao complemento e reguladores ou inibidores virais, sintéticos ou semi-sintéticos revisados. O CD também contém o "RasTop" programas de visualização bio-molecular que lê e mostra os arquivos coordenados no PDB.

Avaliação:
A existência do sistema complemento tem sido reconhecida por anos. Entretanto, a descrição detalhada da estrutura dos seus componentes tem consumido anos e muitas técnicas. Este livro fornecer em conjunto muito dos conhecimentos disponíveis nesta área. Enquanto há ainda muitas questões não respondidas sobre o mecanismo preciso de ação, e sobre as muitas interações envolvidas nas reações mediadas pelo complemento, o potencial para novas intervenções terapêuticas o torna área excitante para investigações futuras. As informações detalhadas fornecidas pelo STRUCTURAL BIOLOGY of the COMPLEMENT SYSTEM serão extremamente úteis para futuros pesquisadores nesta área, tornarão este livro o melhor para os que pretendem atuar neste interessante campo de pesquisa.

Encontre mais sobre revisões sobre livros de alergia no Website da WAO aqui.

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555 E. Wells Street, Suite 1100
Milwaukee, WI 53202-3823
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