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WAO Novas e Notas - Agosto 2007
Volume 4, Número 8

Revisão de Jornais Médicos
WAO Agora: O que há de novo no Mundo da WAO

E em outras novidades . . .


Revisão de Jornais Médicos

Prof. Richard F. Lockey, Editor Chefe da Web da AO e o revisor convidado Gary Hellermann revisaram o melhores artigos de jornais médicos para alergistas práticos.

1. Profilaxia com Palivizumabe (P), vírus respiratório sincicial (RSV) e sibilância recorrente subsequente.
Há evidências substanciais de que infecções do trato respiratório inferior com o RSV nos primeiros dois anos de vida predispõem à sibilância. Crianças pré-termo são especialmente de grande risco de bronquiolite pelo RSV no primeiro ano de vida e a profilaxia com anticorpo anti-RSV P auxilia na redução do risco deles às infecções respiratórias. O objetivo deste estudo foi verificar se este tratamento se traduz ou não em redução de sibilância subseqüente. Crianças prétermo (≤35 semanas de gestação) sem doença pulmonar crônica foram selecionados em 27 locais diferentes segundo terem ou não recebido P ou não. Sibilância recorrente foi avaliada mensalmente por um período de 24 meses. Houve redução significante em cerca de 50% na incidência de sibilância recorrente em lactentes pré-termos que receberam P. Comentários do Editor: Até que o palivizumabe tenha provado  ser capaz de reduzir as infecções pelo RSV em lactentes com alto risco, o seu custo impede o seu amplo uso como profilático. O desenvolvimento de uma vacina efetiva contra o RSV é ainda a meta ideal. Simoes EA et al. J Pediatr 2007; 151:34.

2. Efeito da interleucina-5 (IL-5) inalada sobre células progenitoras de eosinófilos (E) no brônquio e medula óssea de asmáticos e voluntários não asmáticos.
Há uma falha no nosso conhecimento sobre o papel do E na asma. Eles têm sido visto hoje em dia cada vez menos como células patogênicas disfarçadas propensas a criar uma condição inflamatória e mais como participantes de um cenário complexo onde muitos fatores contribuem à condição. Neste estudo, o papel do número de células progenitoras do E na medula óssea foi avaliado em indivíduos asmáticos vs não-asmáticos. A IL-5 induz a expansão e proliferação de E na medula óssea assim como aumenta a expressão de receptores de IL-5. Indivíduos saudáveis e asmáticos leves foram randomizados em dois grupos, um recebeu IL-5 humana recombinante por inalação e outro apenas veículo. Espirometria foi realizada nos tempos basal, e 6h após a inalção de IL-5. Amostras de sangue foram colhidas nos tempos 0, 6 e 24hs, e às 24hs foram realizadas biópsias brônquica e de medula óssea além de lavado broncoalveolar. A IL-5 diminuiu de modo significante o número de células CD3+ progenitoras de E na medula óssea de asmáticos e aumentou E na mucosa brônquica dos indivíduos saudáveis. Não houve efeito sobre o VEF1 ou hiperreatividade da via aérea. Comentários do Editor: A demonstração de eixo de sinalização entre os níveis de IL-5 no pulmão e a produção de progenitores de eosinófilos na medula óssea sugere que mais comparações entre mediadores inflamatórios locais e sistêmcios precisam ser feitas. Menzies-Gow AN et al. Clin Exp Allergy 2007; 37:1023.

3. O sistema GABAergico no epitélio das vias aéreas é essencial para a produção aumentada de muco na asma.
As células epiteliais pulmonares de tipo II expressam o receptor para o subtipo A do ácido gama-aminobutírico (GABAAR) e este estudo mostra que a ativação do GABAAR em camundongos sensibilizados e desencadeados com OVA causa a despolarização dessas células. Resultados similares foram observados com células epiteliais brônquicas humanas de asmáticos. Células de camundongos asmáticos assim como de humanos mostraram aumento dos GABAAR quando desencadeadas com alérgeno que se correlaciona com aumento da hiperplasia de células globosas e produção de muco. A inibição dos GABAAR reduz as células globosas e o muco no camundongo. A IL-13 também é ativada em camundongos tratados com OVA e células humanas e representa fator crítico na amplificação da atividade do GABAAR. Comentários do Editor: Este estudo é o primeiro a documentar a existência de via de sinalização GABAérgica envolvida na produção aumentada de muco na asma e pode prover um novo alvo terapêutico. Xiang Y-Y et al. Nature Medicine (Letters) 2007; 13:862.

4. Mastócitos (MCs) promovem aterosclerose pela liberação de citocinas proinflamatórias.
MCs são encontrados em lesões ateroscleróticas e pensa-se que causam inflamação pela secreção de citocinas que podem atrair outras células imunológicas e alterar a atividade de células endoteliais ou da musculatura lisa e proteases envolvidas no remodelamento vascular. MCs isolados de leões arteriais mostram concentrações significantes de IFN-gama e IL-6 que podem ativar caspases e proteases e estimular a proliferação celular. Este estudo procurou em camundongos Ldlr-/- que não têm o receptor para LDL que aumenta no sangue e causa aterosclerose no camundongo alimentados com dieta ‘Western’ rica em gordura. As placas que se desenvolvem contém MCs. Os autores criaram um camundongo duplamente knockout combinando a mutação do Ldlr-/- com um kit gene defeituoso que previne a maturação dos mastócitos e encontraram que as placas são muito menores e não têm MCs. Comentários do Editor: A redução da aterosclerose em camundongos deficientes na produção de mastócitos sugere uma ligação importante entre os mastócitos, inflamação arterial crônica e formação da placa. Sun J, et al. Nature Medicine (Letters) 2007; 13:719.

5. Inflamação das vias aéreas inferiores na rinite alérgica: comparação entre asmáticos e controles normais.
A rinitie alérgica (RA) sabe-se predispõe à asma. O propósito deste estudo foi comparar a inflamação pulmonar em pacientes com AR com a de asmáticos e controles normais. Este é o primeiro estudo que compara uma ampla gama parâmetros das vias aéreas inferiores entre esses três grupos. Foram realizadas biópsias da via aérea inferior e examinadas por coloração imunohistoquímica e PC-transcripatase reversa. As biópsias de indivíduos com RA demonstraram aumento do número de eosinófilos e de mastócitos além do aumento da expressão de TNF-alfa em relação aos controles, mas menos do que entre os asmáticos. Não houve diferenças entre os três grupos quanto ao número de neutrófilos, macrófagos e linfócitos CD4+. IL1-beta e molécula de adesão de células vasculares 1 estavam aumentadas em pacientes com RA em relação aos asmáticos e controles. Os níveis de IFN-gama na RA estavam mais baixos do que nos controles, mas não tão baixos quanto nas biópsias dos asmáticos. Comentários do Editor: O estado inflamatório dos pulmões em pessoas que sofrem de rinite alérgica parece estar no meio do caminho entre os indivíduos saudáveis e os asmáticos. Brown JL et al. Clin Exp Allergy 2007; 37:688.

6. Células epiteliais brônquicas humanas (HBECs) expressam via de bio-síntese ativa e indutível de leucotrienos B4 and C4.
Os leucotrienos são potentes mediadores broncoconstrictores, de hiperprodução de muco e atração de eosinófilos e de neutrófilos. Pensava-se que a via da 5-lipoxigenase (5-LO) que gera leucotrienos é restrita aos leucócitos tais como mastócitos, eosinófilos, basófilos, neutrófilos e monócitos, mas evidências são apresentadas neste estudo de que células epiteliais brônquicas humanas (HBECs) como também possuidoras de via funcionante da 5-LO. A expressão de RNAm e proteína 5-LO é demonstrada nas HBECs e pode ser bloqueada por dexametasona, enquanto que um anticorpo à proteína ativadora da 5-LO previne a produção dos leucotrienos B4 e C4. Comentários do Editor: Esses achados de que as HBECs produzem LTC4 e LTB4 sugerem que eles podem ter papel substancial na broncoconstrição e inflamação observadas na asma. Jame AJ, et al. Clin Exp Allergy 2007; 37:880.

7. Montelucaste como terapia adicional aos β-agonistas e a resposta tardia da via aérea.
A resposta imediata da via aérea de asmáticos a alérgenos envolve primariamente broncoconstrição e responde bem à terapia com beta-agonista, enquanto que a inflamação tardia é tratada eficientemente com corticosteróides. Inibidores de leucotrienos como o montelucaste podem reduzir ambas as fases imediata e tardia da respsota alérgica, mas os efeitos de dose única sobre os efeitos da fase tardia após desencadeamento com alérgeno ainda não foram documentados. Um grupo de 35 adultos atópicos e com asma leve participaram deste estudo, duplo-cego, randomizado e controlado por placebo sobre os efeitos de dose única de montelucaste na reação alérgica aos ácaros da poeira doméstica. Após desencadeamento com os ácaros da poeira doméstica os pacientes receberam salbutamol em dose única e a seguir randomizados nos grupos placebo ou montelucaste. Espirometria foi realizada no tempo basal e a seguir a cada hora até 8hs após o desencadeamento. Os níveis de óxido nítrico no expirado foram também mensurados. Os resultados mostram que dose única de montelucaste após a exposição a alérgeno reduz significantemente a resposta de fase tardia com melhora do VEF1 e redução dos níveis de NO. Comentários do Editor: A falta de efeito anti-inflamatório da adição do montelucaste neste estudo necessita de investigações posteriores. Rosewich M et al. Eur Resp J 2007; 30:56.

8. Anafilaxia por alimentos
Reação grave a alérgenos alimentares é uma das causas mais comuns de anafilaxia ao redor do mundo, especialmente em crianças. A maioria das pessoas que apresentam anafilaxia mediada por alimento conhecem os alérgenos aos quais eles são sensíveis e em muitos casos não são orientados a evitar alimentos que os contém. Educação sobre como evitar problemas com alérgenos é necessário. Esta é uma revisão sobre o estado da arte e descreve o quadro clínico da anafilaxia, os fatores modificadores tais como a asma. Orienta como distinguir a anafilaxia induzida por alimento de envenenamento por alimento e de outras condições, a ocorrência de reações bifásicas, o problema da falta de exames laboratoriais diagnósticos confiáveis e os melhores métodos de tratamento da anafilaxia induzida por alimento. Comentários do Editor: Alergia a alimentos é a principal causa de vistas às salas de emergência por anafilaxia e o diagnóstico diferencial rápido é um passo crítico no tratamento. Wang J and Sampson A, Clin Exp Allergy 2007; 37:651.

9. Alterações de imunoglobulinas G e E séricas específicas a alérgenos em pacientes com síndrome do intestino irritável (IBS) e dispepsia funcional.  
Neste estudo, níveis de IgG e IgE associados a escore de sintomas são comparados em pacientes com IBS e nos com dispepsia funcional (DF) a controles saudáveis com respeito a painel de 14 alérgenos alimentares comuns. Títulos elevados de IgG antígeno-específica foram encontrados em pacientes com IBS e DF em comparação aos controles, mas sem diferenças significantes com relação aos níveis de IgE. Os com IBS mais grave, entretanto não mostraram níveis mais elevados de IgGs do que os com quadros mais brandos. O motivo exato pelo qual há aumento de IgG nos pacientes com IBS não foi identificado. Aumento da permeabilidade da mucosa a antígenos é uma das explicações possíveis, e evitar os alimentos agressores auxilia no controle dos sintomas da IBS. Comentários do Editor: Os autores não especulam a utilidade clínica potencial de medir-se IgGs alimento específicas como método diagnóstico para IBS ou DF, mas esta área mereceria ser estudada futuramente. Zuo XL et al. Clin Exp Allergy 2007; 37:823 (Editorial: Whorwell PJ, 37:805)

10. Eosinófilos (Es): simplesmente células efetoras destrutivas ou provedoras de imunorreguladoras?
Es com suas proteínas catiônica eosinofílica e peroxidade são considerados primariamente como células clássicas anti-helmínticas e como promotoras da inflamação em doenças como asma. Entretanto, estudos mais recentes mostram outra face desta célula – imunossupressora ou reguladora da homeostase imune. Esta revisão ampla cobre as principais e mais recentes evidências sobre o papel essencial dos Es no remodelamento dos tecidos, reparação e imunorregulação. De fato, podem ser imunossupressores por promoverem células T regulatórias pela expressão de IL-10, desenvolvimento de timócito, quimotaxia de linfócitos e produção de citocinas Th1, IFN-γ e IL-12. Comentários do Editor: A lição aqui é que novos dados sobre o sistema imunológico precisam ser rapidamente assimilados e avaliados e os que mudam o pensamento a respeito do papel das várias células sobre a imunidade inata e adaptativa precisam ser realizados. Jacobsen EA et al. J Allergy Clin Immunol 2007; 119:1313.

11. Macrolídeos, quinolonas e amoxicilina/clavulanato para bronquite crônica: meta-análise.
Cerca da metade das exacerbações da bronquite crônica (CB) decorrem de infecção bacteriana e tem mortalidade de 3-6%, desse modo há uma necessidade definitiva sobre estabelecer-se o melhor tratamento para elas. Os antibiótiocs são provadamente efetivos na prevenção da exacerbação bacteriana da BC, mas não há consenso claro de qual escolher. O surgimento de cepas bacterianas resistentes a drogas ocorreu com os agentes de primeira linha usados: amoxicilina, trimetoprim/sulfametoxazol ou doxiciclina, inefetivos em cada vez mais pacientes. Poucos fracassos ocorreram quando quinolonas, amoxicilina/clavulanato (A/C) ou azitromicina foram usados.  Nesta meta-análise, foram avaliados estudos controlados, randomizados, que compararam macrolídeos com quinolonas, A/C com quinolonas ou A/C com macrolídeos. Estudos nos quais as três drogas foram comparadas a outras ou placebo foram excluídos. Todos os pacientes envolvidos tinham pelo menos 18 anos de idade, e as drogas não haviam sido dadas previamente ao estudo assim como nenhuma outra droga antimicrobiana. Não houve diferenças nos desfechos entre pacientes tratados com quinolonas comparado aos macrolídeos ou A/C comparado a quinolonas ou macrolídeos, mas há mais sucesso com quinolonas comparado aos macrolídeos. Comentários do Editor: Os resultados precisam ser analisados cuidadosamente em termos de poder estatístico dos estudos, estratificação dos apcientes e tipo de antibiótico usado. Siempos II et al. Eur Resp J 2007;29:1127.

12. Resistência do hospedeiro a infecção pulmonar mediada por proteína principal de células epiteliais.
A resistência à infecção por Pseudomonas aeruginosa requer a expressão do regulador de condutância transmembrana da fibrose cística (CFTR) nas células epiteliais da via aérea. Esta resposta imune inata é deficiente em pacientes com fibrose cística, muitos dos quais desenvolvem infecções por P. aeruginosai, muitas vezes fatais. Os CFTRs são associados a lipídeos presentes em tufos nas células epiteliais e este trabalho avaliou as proteínas associadas a esses tufos em células infectadas e não infectadas. Encontrou-se  recrutamento abundante da principal proteína de ancoragem (MVP) nos tufos das células epiteliais infectadas mas não onde o CFTR é defeituoso. A MVP é fortemente expressa em ambos os epitélios, pulmonar e intestinal, assim como em células dendríticas e macrófagos. Camundongos desprovidos de MVP mostram aumento na carga pulmonar de P. aeruginosa comparado ao tipo selvagem. Comentários do Editor: Nós, às vezes esquecemos que o epitélio provê uma defesa poderosa contra a invasão bacteriana e este estudo substancia a importância do da resposta da imunidade inata. Kowalski MP et al. Science 2007; 317:130.



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Congresso Mundial de Alergia (WAC) 2007 – Bancoque, Tailândia
Eventos Sociais 

Além do excelente programa científico nós temos o prazer de oferecer excelentes eventos sociais no WAC 2007.  Junte-se a nós experimentando a cultura local, o ambiente étnico e a natureza da Tailândia.

1º de Dezembro de 2007
Recepção de Boas vindas* no Queen Sirikit National Convention Center

3 de Dezembro de 2007
Jantar de Gala/Premiação no Royal Thai Navy Hall

5 de Dezembro de  2007
Evento para todos* no Rose Garden and Country Resort 
*Incluído na taxa de inscrição, todos os outros eventos sociais e tours deverão ser pagos em separado.

Bolsa para Treinamento de Curta Duração da WAO
Parabéns ao Dr. Matteo Bonini, de Roma, Itália, que foi agraciado com a Bolsa para Treinemnto de Curta Duração da WAO para estagiar com o Prof Stephen Durham no Imperial College, Londres.

A finalidade deste treinamento é freqüentar um Centro Europeu de Excelência para adquirir os conhecimentos de metodologia básica para estudos epidemiológicos e clínicos em atletas de elite e exercitantes não competitivos. Este conhecimento será então aplicado no bojo do projeto GA²LEN com a finalidade de estabelecer um protocolo comum para o diagnóstico de alergia em exercitantes assim como para medidas de desfecho que serão usadas em protocolos clínicos ao redor do mundo.

Novas Mensagens Educacionais no Website da WAO

Consulte o Especialista – Benefício exclusive dos Membros da WAO
Pergunte ao Especialista é uma nova ferramenta online disponível exclusivamente para os Membros da WAO. Dirigido pelos Professores Cassim Motala e Ruby Pawankar, este serviço online proporciona a oportunidade de colocar questões educacionais, científicas e médicas sobre alergia, asma, e imunologia clínica a um dos muitos especialistas voluntários da WAO localizados ao redor do mundo todo. Convidamos todos os Membros da WAO a fazer parte deste serviço online. Para Ask the Expert, clique aqui.

Call for Applications

Treinamento de Longa Duração
em Pesquisa

A WAO oferece uma bolsa para Treinamento de Longa Duração em Pesquisa para o início de 2008. A bolsa patrocinará o treinamento de um jovem alergista em serviço  com programa de pesquisa aprovado pela WAO, por até dois anos. A WAO contribuirá mensalmente com verba de $1.700 US e despesas de viagem ao país de origem e o centro de treinamento, uma vez ao ano.

Serão prioritários os jovens clínicos com até cinco anos de obtenção do seu grau professional mais recente e que está se epsecializando em alergia e está afilidao a departamento acadêmico ou instituto clínico. Os inscritos deverão ser membros ativos de Sociedades Membro da WAO.

O Treinamento de Longa Duração deverá ser com projeto que atenda uma das Prioridades de Pesquisa da WAO:

  • Fatores genéticos envolvidos no desenvolvimento de doenças alérgicas e resposta a tratamento
  • Caracterização e padronização de alérgenos
  • EStudos clínicos e básicos em alergia e asma

As fichas para inscrição e a relação da lista dos centros treinadores podem ser abaixados aqui

Aa solicitações serão recebidas pela secretaria da WAO até 30 de Setembro de 2007


Programas Educacionais Futuros da WAO
gloriaSedes do GLORIA™ em Setembro
Encontro Anual da Sociedade Italiana de Alergia e Imunologia Clínica Italian Society

27 a 29 de Setembro de 2007
Palermo, Itália
Palestrante GLORIA Internacional:
Lanny Rosenwasser
Apresentações:
Módulo 7: Angioedema
Módulo 8: Anafilaxia

GLORIA Internacional é patrocinado por verba educational irrestrita de:

dey
dyax & genzyme
nutricia shs international

seminars and conferencesSedes de Seminários & Conferências em Setembro
Encontro Regional Anual da Sociedade Chilena de Alergia e Imunologia
28 e 29 de Setembro de 2007
Concepción, Chile
Palestrante Convidado da WAO:
Fernan Caballero

Encontros Futuros de Alergia ao redor do Mundo

Agosto
13º Congresso Internacional de Imunologia
Agosto 21-25, 2007
Rio de Janeiro, Brasil
Web site: www.immunorio2007.org.br

Setembro
Sociedade Turca de Alergia e Imunologia Clínica
15º Encontro Anual
Setembro 2007
Antalya, Turquia

Sociedade Respiratória Européia
Congresso Anual 2007
Setembro 15-19, 2007
Stocolmo, Suécia
Website: www.ersnet.org

Assinatura do Jornal Online -
WAO e Hogrefe & Huber Publishers estão oferecendo número limitado de assinaturas online grátis do Allergy & Clinical Immunology International - Journal of the World Allergy Organization para membros em países em desenvolvimento. Se você estiver interessado em receber uma assinatura online complementar, mande e-mail a info@worldallergy.org, assinalando "Free Journal Subscription" no assunto da mensagem com os seguintes detalhes:

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E em Outras Novidades

Revisão de Livros de Alergia

Primary Immunodeficiency Diseases—a Molecular and Genetic Approach, 2nd Ed.
Editado por : Hans D. Ochs, C. I. Edvard Smith e Jennifer Puck
ISBN-13: 978-0-19-514774-2
Preço de lista: £ 96.00 (cerca de $195.00)
Disponível em: Oxford University Press, 2007

Revisor:  
Gary Hellermann, PhD
Universidade do Sul da Flórida
Divisão de Alergia e Imunologia

Descrição:
Com mais de 120 genes de imunodeficiências (IDD) atualmente conhecidos e pesquisas básicas continuam adicionar a este número, o médico prático está envolvido com dificuldade crescente em se manter atualizado com relação ao diagnóstico e tratamento das IDD. A primeira edição deste livro, coletânea extensa sobre IDD, foi lançada em 1999 e muito aclamada por sua utilidade. Esta segunda edição apresenta uma versão expandida do grupo das IDDs e síndromes com grande profundidade de conhecimento e tecnologia.

Falhas genéticas que afetam a resposta imunológica têm sido agrupadas em fatores de transcrição, receptor de célula T e suas vias de sinalização, quimocinas e receptores de quimocinas responsáveis pelo homing dos linfócitos em tecidos específicos, moléculas co-receptoras e muitos outros. O aumento do conhecimento a respeito das vias de sinalização, moléculas acessórias e células envolvidas nas interações entre células T e B nos provê com entendimento mais preciso sobre a natureza molecular das IDDs. Este conhecimento permite o desenvolvimento de drogas mais específicas e efetivas e está auxiliando a aquisição de terapêutica talhada individualmente para cada paciente.

Proposta:
Apesar dos grandes avanços no delineamento molecular das IDDs, nossa habilidade em reparar esses defeitos ainda é limitada. O diagnóstico precoce auxilia pessoas com IDD mas intervenção específica necessitará esforços enérgicos de pesquisa e esta coleção de 48 revisões provê o melhor conhecimento atual neste campo.

Carcterísticas:
O conteúdo é organizado em três seções. A sinopse sumariza o entendimento atual sobre o desenvolvimento de células T e B, vias de sinalização, tráfego celular e os princípios genéticos e tecnológicos envolvidos. A Parte II representa o corpo principal do livro e descreve syndromes específicas desde as bem caracterizadas Comum variável, a imunodeficiência combinada grave ligada ao sexo, DiGeorge e Wiskott-Aldrich ás mais raras como Síndrome de Omenn e a deficiência de CD45. Cada revisão inclui história e características da doença, uma descrição detalhada da natureza molecular do defeito gênico, exemplos de casos da literatura, estratégias para diagnóstico acurado, métodos laboratoriais, regimes atuais de tratamento e a avaliação de novas terapias. Há também muitas figures, diagramas e ilustrações assim como lista abrangente de referências.

A seção final do livro envolve avaliação e tratamento e tenta mostrar as melhores estratégias para avaliar o sistema imunológico fornecendo a informação necessária para realizar diagnóstico acurado e prognóstico. A importância da história familiar, pontos chaves no exame físico, testes laboratoriais apropriados e abordagem específicas para imunodeficiências estão incluídas nesta seção. As vantagens e desvantagens dos testes genéticos e o futuro da terapia gênica na correção de imunodeficiências também são discutidos. Tratamentos convencionais como o transplante de medula óssea são apresentados.

Avaliação e Público alvo: 
Uma súmula ampla de IDD primárias, sua base molecular, diagnóstico e tratamento é um compromisso e este livro tem sucesso em prover estas informações de modo útil para o médico prático, o pesquisador de laboratório e o estudante que busque entender a patologia das IDDs. Esta edição de 2007 atenderá as necessidades dos imunologistas por algum tempo.

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