WAO News and Notes - Medical Reviews
Volume 6, Issue 8 Agosto de 2009

Revisão de Revistas Médicas
Agosto de 2009

Revistas por Juan Carlos Ivancevich, MD, em colaboração com Richard F. Lockey, MD, Editor Chefe da WAO Web.

1. Monitorização de eosinófilos da expectoração na inflamação da mucosa e na remodelação. Os autores compararam a inflamação brônquica e a deposição de colagénio 2 anos depois do tratamento guiados por eosinófilos na expectoração (EE) ou por critérios clínicos (CC). Este estudo piloto envolveu 20 doentes com asma ligeira a moderada aleatoriamente distribuídos pelas duas estratégias e tratados com corticosteróides inalados (CIs) ajustados para identificação da dose mínima necessária para manter o controlo da asma por EE ou CC. As biópsias brônquicas imunocoradas para células inflamatórias, MUC5A e o colagénio foram obtidos quando se identificou o tratamento mínimo necessário para manter o controlo, por qualquer dos métodos, que continuou durante 2 anos. A dose mínima de CIs no início e no fim do estudo foi semelhante em ambos os grupos EE e CC. O FEV1 aumentou nos dois grupos. No grupo de EE observou-se redução na contagem dos linfócitos e dos eosinófilos na mucosa, mas não dos neutrófilos. No grupo de CC, só diminuiu a contagem de eosinófilos e de neutrófilos activados. A coloração de MUC5A diminuiu no grupo de EE mas não no de CC. Não se observou qualquer alteração na deposição de colagénio na membrana basal em nenhuma das estratégias

Comentário do Editor:  As estratégias de tratamento que diminuem as células inflamatórias da mucosa e a expressão de MUC5A não alteram a deposição de colagénio sub-epitelial. Chakir J et al., European Respiratory Journal 2009 Jul 16. Epub avançada.

 

2. A combinação de beta agonistas de acção prolongada (BAAP) e esteróides inalados não levou a uma redução significativa de exacerbações moderadas ou de hospitalizações de crianças com asma. O propósito desta revisão foi o de identificar os benefícios e o perfil de segurança de adicionar β2-agonistas de acção prolongada a corticosteróides inalados em crianças asmáticas. Um total de 25 estudos representando 31 comparações de intervenção controlada e 5.572 crianças incluídas na revisão. A adição de BAAP não reduziu significativamente o risco de exacerbações a necessitar de esteróides sistémicos, mas melhorou a função pulmonar comparativamente com o tratamento em curso e uma dose de corticosteróides inalados. Não se observou evidência de aumento de efeitos secundários nem desistências com a adição de β2-agonistas de acção prolongada. Comparativamente com dobrar a dose de corticosteróides inalados, a combinação de BAAP e esteróides inalados melhorou a função pulmonar e resultou em maior crescimento.

Comentário do Editor:  Esta revisão indica que a terapia combinada melhora a função pulmonar em crianças. Ni Chroinin M et al., Cochrane Database of Systematic Reviews 2009, Issue 3. Art. No.: CD007949. DOI: 10.1002/14651858.CD007949.

 

3. Teste de activação basofílica em reacções alérgicas a dipirona mediadas pela IgE. Cinquenta e um doentes com reacções alérgicas imediatas selectivas a pirazolonas e 56 controlos foram definidos por testes cutâneos ou uma provocação com um fármaco e um teste de activação basofílica (TAB) com pirazolonas. Os doentes com TAB positivo foram seguidos durante 30 meses para estabelecer o índice de declínio nos testes positivos. O TAB foi positivo em 28 casos (54,9%). A sensibilidade do TAB foi maior nos indivíduos com teste cutâneo positivo (85,7%), comparativamente com os que tinham teste cutâneo negativo (33,3%). O tempo entre a reacção inicial e este estudo foi significativamente mais curto nos indivíduos com teste cutâneo positivo (p = 0,005) e nos com TAB positivo (p = 0,017). O follow-up dos doentes com TAB -positivo mostrou uma diminuição ao longo do tempo, com 60% tornando-se negativos 6 meses depois. A combinação de testes cutâneos e TAB pode ser usada como um instrumento de diagnóstico. O TAB poderia ser a primeira escolha, especialmente nos casos em risco de desenvolver sintomas depois de testes cutâneos.

Comentário do Editor:  O TAB é um útil complemento aos testes cutâneos para avaliar reacções alérgicas imediatas às pirazolonas. Gómez E et al., Clinical & Experimental Allergy 39, 8:1217-1224 (2009) Agosto.

 

4.  Os probióticos no tratamento de eczema: Uma revisão sistemática. Esta é uma revisão sistemática de estudos aleatórios e controlados (EACs) para avaliar a eficácia dos probióticos no tratamento do eczema. Foram identificados 12 estudos (781 participantes) com micro-organismos vivos ingeridos oralmente para tratamento de eczema. A meta-análise dos dados de cinco desses estudos mostrou não haver redução significativa nos sintomas de eczema no tratamento com probióticos, comparativamente com o placebo (diferença média -0,90 pontos numa escala análoga visual de 20 pontos; intervalo de confiança de 95%, -2,84, 1,04). A meta-análise dos dados de sete estudos mostrou não haver diferença significativa na gravidade do eczema classificada pelo investigador entre o tratamento  com probióticos e com placebo. A análise de subgrupos por gravidade do eczema ou presença de atopia não identificou uma população específica em que o tratamento com probióticos tivesse sido eficaz. Verificou-se uma heterogeneidade significativa entre os estudos; no entanto, os resultados de três estudos que usaram a mesma estirpe de probióticos foram concordantes no que respeita ao aumento da gravidade do eczema após tratamento. A busca de eventos adversos identificou casos de sépsis e de isquémia intestinal atribuída a probióticos.

Comentário do Editor:  Esta revisão indica que os probióticos não devem ser recomendados para tratar eczema, embora novas estirpes probióticas possam ter um papel na gestão do eczema. Boyle RJ et al., Clinical & Experimental Allergy 39, 8: 1117-1127 (2009) Agosto

 

5.  Gestão da asma pelo próprio doente com aconselhamento através da Internet comparativamente com o tratamento habitual da doença. < Com o objectivo de avaliar a eficácia da gestão da asma pelo próprio doente através da Internet (GDAI), os autores conceberam um estudo aleatório e controlado. Integraram o estudo 200 adultos com asma que tinham sido tratados com corticosteróides inalados durante 3 meses ou mais, no ano anterior, e que tinham acesso à Internet. Registaram-se a qualidade de vida relacionada com a asma aos 12 meses (diferença mínima clinicamente significativa de 0,5 na escala de 7 pontos), o controlo da asma, os dias sem sintomas, a função pulmonar e as exacerbações. Os participantes foram aleatoriamente distribuídos, usando um esquema de permuta de bloco gerado por computador, para GDAI (n = 101) ou tratamento habitual (n = 99). O programa GDAI incluiu monitorização semanal do controlo da asma e aconselhamento sobre o tratamento, orientação online e de grupo, e comunicações remotas pela Web. Este programa melhora a

qualidade de vida relacionada com a asma, o controlo da asma e a função pulmonar, e aumenta o número de dias sem sintomas  mas não reduz as exacerbações. A melhoria da qualidade de vida relacionada com a asma não foi clinicamente significativa.

Comentário do Editor:  Embora a GDAI melhore alguns aspectos da asma, as melhorias não são importantes e o programa não reduz o número de exacerbações. van der Meer, V et al., Annals of Internal Medicine, 151, 2: 110-120 (2009) 21 Julho.

 

6.  A influência do nível educacional dos pais no desenvolvimento da sensibilização atópica. Os investigadores avaliaram a associação entre a educação parental, como medida de estatuto socio-económico (ESE), e a ocorrência de sensibilização atópica, sibilos recorrentes e eczema em 609 crianças durante o primeiro ano de vida. Obteve-se informação sobre educação parental, história familiar de doenças atópicas e outros factores a partir de questionários às mães aos 5 meses de gravidez e 3 meses após o parto. À medida que as crianças iam atingindo o primeiro ano de idade, os pais preenchiam outros questionários sobre as doenças dos filhos durante esse ano. Foram também colhidas amostras de sangue das crianças e de ambos os pais, que foram examinadas para IgE total e específica contra alergénios comuns. Com um ano de idade, 13,3% das crianças eram atópicas, 9,1% tinham sibilos recorrentes e 25,1% tinham eczema. Oito das 63 (12,7%) que tinham sibilos recorrentes e 49 das 173 (28,3%) crianças com eczema eram atópicas. A análise revelou que um nível de educação parental elevado vs. um nível mais baixo estava associado com um risco 2,1 vezes maior de sensibilização atópica e um risco 1,9 vezes maior de eczema.

Comentário do Editor:   Os aspectos associados com um nível de educação parental elevado podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento das doenças atópicas. Dom S et al., Pediatric Allergy and Immunology 20, 5: 438-447 (2009) Agosto.

 

7.  O índice de massa corporal (IMC) elevado contribuirá para um pior controlo da asma numa população urbana? Os investigadores estudaram a relação entre o IMC e o controlo da asma em 292 indivíduos asmáticos numa comunidade urbana de diversas etnias com elevada prevalência de obesidade. A média de idades dos participantes foi 47 anos; 82% eram do sexo feminino e 67% eram afro-americanos. Todos os participantes preencheram quatro questionários validados sobre o controlo da asma. Globalmente, 63% dos participantes eram obesos (IMC ≥30 kg/m²), 22% tinham excesso de peso (IMC 25-29,9 kg/m²) e 15% tinham peso normal (18,5-24,9 kg/m²). As pontuações dos quatro questionários indicou que, em média, os participantes tinham controlo da asma sub-óptimo, com uma pontuação média de 8,3 em 19 no ACCI (Asthma Control and Communication Instrument), 15,4 em 25 no ACT (Asthma Control Test), 2,1 em 6 no ACQ (Asthma Control Questionnaire) e 1,3 em 4 no ATAQ (Asthma Therapy Assessment Questionnaire). Noventa e seis por cento do grupo preenchiam os critérios para controlo sub-óptimo em, pelo menos, um dos questionários. A análise de regressão múltipla não revelou uma associação significativa entre IMC e o controlo da asma usando qualquer dos quarto questionários de controlo.

Comentário do Editor:  Este estudo não sugere que a perda de peso resulte em melhor controlo da asma. Clerisme-Beaty E et al., The Journal of Allergy and Clinical Immunology 124, 2: 207-212 (2009) Agosto.

 

8.  Defeitos no gene da filagrina e o risco de desenvolver sensibilização alérgica e doenças alérgicas. Esta é uma revisão sistemática e meta-análise para investigar se os defeitos no gene da filagrina, presentes em cerca de um em cada 10 europeus ocidentais e norte americanos, aumentam o risco de desenvolvimento de sensibilização alérgica e de doenças alérgicas. Incluiram-se 24 estudos de epidemiologia genética (família, controlo de casos) da associação entre defeitos no gene da filagrina e alergia. A probabilidade de desenvolver sensibilização alérgica foi de 1,91 (95% intervalo de confiança 1,44 a 2,54) em estudos familiares e 1,57 (1,20 a 2,07) em estudos de controlo de casos. Os defeitos no gene da filagrina aumentaram o risco de desenvolvimento de sensibilização alérgica, eczema atópico e rinite alérgica. A evidência da relação entre as mutações do gene da filagrina e o eczema atópico foi forte, com indivíduos a manifestarem gravidade aumentada e persistência da doença. As mutações do gene da filagrina aumentaram também o risco de asma em pessoas com eczema atópico.

Comentário do Editor:  O restabelecimento da função da barreira cutânea em pessoas com deficiência da filagrina na juventude pode ajudar a prevenir o desenvolvimento da sensibilização e impedir o desenvolvimento e progressão de doenças alérgicas. van den Oord R and Sheikh A, BMJ 2009; 339: b2433 (2009) 9 Julho. Ver também o editorial Gene defects and allergy. Van Bever, H et al., BMJ 2009; 339: b1203.

 

9.  Mina, um repressor da IL 4, controla o enviesamento das células T auxiliares tipo 2.  A mina, um membro da família de proteínas jumonji C (JmjC), é uma determinante genética no enviesamento das TH2 e está especificamente ligada ao promotor de IL4 que reprime. A expressão excessiva de Mina em ratinhos transgénicos prejudicou a expressão de IL4, enquanto que a sua menor expressão em células T primárias CD4+ levaram à reactivação das IL4. Este conjunto de achados proporciona alguma compreensão do mecanismo duma via reguladora das IL-4 que controla a diferenciação das células T auxiliares e a variação genética no enviesamento das TH2.

Comentário do Editor:  Mina uma determinante genética do enviesamento das TH2, pode afectar a susceptibilidade As doenças infecciosas, autoimunes e alérgicas. < Okamoto M et al., Nature Immunology 10, 8: 872-879 (2009) Agosto.

 

10.  Ligação de distúrbios respiratórios do sono a problemas comportamentais. Com o objectivo de investigar se os distúrbios respiratórios do sono (DRS) estão ligados a problemas do comportamento, foi estudada uma população urbana de 194 crianças asmáticas, com idades dos 4 aos 10 anos, que participavam num programa escolar de intervenção na asma. Os investigadores usaram uma versão adaptada do questionário Sleep-Related Breathing Disorder (SRBDQ) para avaliar o ressonar e a sonolência, em que uma pontuação acima de 0,33 indicava DRS. Os problemas de comportamento foram apreciados pelo Índice de Problemas Comportamentais (IPC), que inclui oito subdomínios comportamentais, e que resultou dos questionários preenchidos pelos prestadores de cuidados. Verificou-se que 33% das crianças tinham DRS e maior probabilidade de ter problemas comportamentais significativos do que as crianças asmáticas sem DRS, como indicado pelas respectivas pontuações do BPI (13,7 vs. 8,8), em que a pontuação mais alta indica maiores problemas comportamentais.

Comentário do Editor: Os distúrbios respiratórios do sono estão associados a um aumento significativo do risco de problemas comportamentais em crianças asmáticas. Fagnano M et al., Pediatrics 124, 1: 218-225 (2009) Julho.

 

11.  Prevalência da apnéia-hipopnéia obstrutiva do sono na asma grave vs. asma moderada.   Os autores submeteram a polissonografia nocturna completa (em casa) 26 doentes com asma grave recrutados consecutivamente para um programa de asma de difícil tratamento, 26 doentes com asma moderada recrutados consecutivamente e 26 controlos sem asma. Os participantes tinham idades e índices de massa corporal semelhantes. Obtiveram-se índices de fluxo e preenchimento dos questionários de controlo da asma de Juniper e de qualidade de vida. Apnéia-hipopnéia obstrutiva do sono, definida por um Índice Apnéia-Hipopnéia ≥15 eventos/h de sono, segundo os critérios de Chicago, esteve presente em 23 de 26 (88%) doentes com asma grave, 15 de 26 (58%) doentes com asma moderada e 8 de 26 (31%) controlos sem asma ( χ2: P < ,001). A apnéia-hipopnéia obstrutiva do sono foi significativamente mais prevalente nos doentes com asma grave, comparativamente com asma moderada e mais prevalente nos dois grupos de asmáticos do que nos controlos sem asma. Estas observações sugerem potenciais interacções fisiopatológicas entre a apnéia-hipopnéia obstrutiva do sono e a gravidade e o controlo da asma.

Comentário do Editor:  Este artigo sugere uma ligação directa entre a apnéia obstrutiva do sono e o grau de controlo da asma. Julien J et al., The Journal of Allergy and Clinical Immunology , 124, 2: 371-376 (2009) Agosto.

 

12. O papel das infecções bacterianas no eczema da mão (EM). Em três consultas diferentes, obtiveram-se esfregaços bacterianos das mãos e narinas de 50 doentes com EM e de 50 controlos para determinar a prevalência de Staphylococcus aureus em doentes com EM, comparativamente com os controlos, e relacionar a presença de S. aureus, seus subtipos e produção de toxinas com a gravidade da EM. Os subtipos de Staphylococcus aureus foram atribuídos por tipagem spa e distribuídos por complexos clonais. Os isolados foram testados para estirpes de S. aureus produtoras de exotoxina. O Índice de Gravidade do Eczema da Mão foi usado para avaliar a gravidade. Verificou-se a presença de Staphylococcus aureus nas mãos de 24 doentes com EM e de quatro controlos (p < 0,001), estando a presença de S. aureus relacionada com gravidade aumentada do eczema (p < 0,001).

Comentário do Editor: S. aureus pode ser um importante co-factor para a persistência de HE. Haslund P et al., British Journal of Dermatology, Early View 3 July 2009 Publicado online.

Crítica de Livro Médico

O Músculo Liso das Vias Aéreas na Asma e na DPOC: Biologia e Farmacologia
Prof. Kian Fan Chung (Editor)
2008 Wiley
ISBN: 978-0-470-06066-7
Preço: $170 US
Disponível na Wiley Press

Crítico
Dr. Janet Rimmer MD, FRACP
St. Vincent's Clinic
Darlinghurst, Sydney, Australia

Descrição Há algumas décadas atrás, previu-se que as anomalias do músculo liso das vias aéreas proporcionariam a chave para a causa da asma. Uns 30 anos mais tarde, depois da atenção dispensada à inflamação e remodelação das vias aéreas, é oportuno tentar integrar estas áreas, e isto é admiravelmente conseguido neste livro. Trinta e quarto autores contribuem para esta obra, que tem 14 secções sobre o papel do músculo liso nas doenças das vias aéreas, a asma e a doença pulmonar obstrutiva crónica(DPOC). O livro tenta a união das diferentes disciplinas que têm estado envolvidas no estudo das vias aéreas: a biofísica do músculo liso e a biologia das vias aéreas, e explora as ligações entre ambas.

Propósito Este livro foi desenhado para oferecer uma perspectiva muito detalhada, abrangente e actualizada da estrutura muscular e sua função na asma e na . O livro concentra-se mais nos aspectos científicos do que nos clínicos destas doenças.

Audiência Este livro é precioso para o investigador da asma e da DPOC. Pode também ser útil para os médicos que se interessam especialmente por estas áreas. É ideal para bibliotecas e instituições que investigam estas doenças.

Características O alcance do livro é limitado, uma vez que se centra inteiramente na função do músculo liso em duas doenças importantes: asma e DPOC. A sua força reside na junção de informação detalhada e abrangente neste tópico num só volume. No início, foca as propriedades do músculo liso, incluindo a hiper-resposta, a plasticidade e a proliferação; a interacção com factores ambientais locais, como a matriz extracelular, os mastócitos e as funções das células do músculo liso. Há capítulos específicos sobre o músculo liso das vias aéreas na asma, na DPOC e em modelos animais. Os últimos capítulos focam os efeitos dos fármacos no músculo liso das vias aéreas.

Avaliação Este é um livro de referência para quem trabalha neste campo e também uma introdução ideal no campo para investigadores. É um livro abrangente que aborda com detalhe um tópico de grande complexidade. Teria sido interessante a inclusão de um capítulo que tentasse integrar dados que proporcionassem uma visão global e apontassem as diferenças seminais entre a asma e a DPOC. Espera-se que edições futuras continuem a trabalhar este domínio de tão rápida evolução.

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