WAO Notícias e Lembretes - Revisões Médicas
Volume 6, Número 10 Revisões - Outubro de 2009
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Revisões de periódicos médicos

Revisado por Juan Carlos Ivancevich, MD, em colaboração com Richard Lockey, MD, Editor Chefe da Web da WAO.

1. Diretriz EAACI/GA²LEN/EDF/WAO: definição, classificação e diagnóstico de urticária
Essa diretriz, juntamente com sua orientação irmã sobre a classificação de urticária, é resultado do consenso atingido durante uma discussão de grupo no Terceiro Encontro de Consenso Internacional sobre Urticária, uma iniciativa conjunta da Academia Europeia de Alergia, Asma e Imunologia (EAACI), a rede de excelência financiada pela UE, GA²LEN, o Fórum de Dermatologia Europeu (EDF) e a World Allergy Organization (WAO). A urticária tem impacto profundo sobre a qualidade de vida; portanto, faz-se necessário o tratamento eficaz. O tratamento de primeira linha recomendado são os anti-histamínicos não-sedativos de nova geração. Se a dose padrão não for eficaz, recomenda-se o aumento da dose até quatro vezes. Para os pacientes que não respondem ao aumento de quatro vezes, as terapias de segunda linha, como corticosteroides, ciclosporina, omalizumabe ou fototerapia, devem ser adicionados ao esquema de anti-histamínicos. Na terapia de segunda linha, é importante considerar custos e a relação custo/benefício. Os corticosteroides não são recomendados para o tratamento prolongado devido a seus efeitos adversos sérios.
Comentário do Editor: Essa diretriz é uma revisão da literatura existente sobre o tema urticária.
Zuberbier T et al., EAACI/GA²LEN/EDF/WAO guideline: definition, classification and diagnosis of urticaria. Allergy. 2009;64(10):1417-1426.
Resumo

2. Recomendações para estudos clínicos sobre imunoterapia sublingual (SLIT) apropriada
A imunoterapia sublingual (SLIT) está ganhando atenção como alternativa à imunoterapia subcutânea no tratamento da rinoconjuntivite alérgica. Além disso, a SLIT tem sido estudada em outros transtornos, inclusive a asma. Contudo, uma revisão de estudos publicados indica que existem deficiências e considerável heterogeneidade no delineamento e na interpretação dos dados dos estudos. Isso tornou difícil avaliar o local apropriado da SLIT nas diretrizes para terapia de doenças alérgicas. Além disso, vários estudos não publicados sobre a SLIT nos Estados Unidos, não atingiram as variáveis predeterminadas primárias (endpoints). Este artigo revisa os dados dos estudos sobre SLIT e faz recomendações sobre delineamentos apropriados para os futuros estudos. Espera-se que essas recomendações resultem em estudos sobre SLIT com delineamento mais adequado para facilitar o posicionamento apropriado dessa terapia para os pacientes com outras doenças alérgicas.
Comentário do Editor: Este artigo deve auxiliar a delinear estudos ideais para avaliar a eficácia e a segurança da SLIT.
Casale TB et al., Recommendations for appropriate sublingual immunotherapy clinical trials. J Allergy Clin Immunol. 2009;124(4):665-670
Resumo

3. Terapia de manutenção e alívio (M-A) com budesonida/formoterol (B/F) comparada com a melhor prática convencional
A terapia de manutenção e alívio (M-A) com budesonida/formoterol (B/F) reduz as exacerbações de asma e os sintomas com relação aos esquemas de doses fixas mais agonistas β2 de curta ação (SABA) em estudos duplo-cegos. Não há informações com relação sua efetividade em relação à melhor prática convencional (MPC). Os autores realizaram uma análise agrupada de seis estudos de 6 meses, randomizados e abertos, que examinaram o controle da asma e o risco de exacerbação em asmáticos (idade ≥ 12 anos). Os pacientes (N = 7855) sintomáticos que recebiam corticosteroides inalatórios (CI) ou os estáveis/sintomáticos que recebiam CI/agonistas β2 de longa ação (LABA) receberam terapia de M-A com B/F (160/4,5 µg 2Xdia e conforme a necessidade) ou MPC (CI ou CI/LABA ± outros agentes em dose aprovada mais SABA conforme a necessidade). O controle geral da asma foi avaliado comparando-se a incidência de exacerbações e os níveis de controle de asma usando-se o questionário de controle da asma (ACQ). A terapia M-A com B/F não reduz expressivamente o tempo até a primeira exacerbação grave (variável primária) com relação à MPC. Contudo, os pacientes tiveram 15% menos exacerbações e usaram 27% menos CI.
Comentário do editor: A terapia M-A com B/F pode melhorar os principais aspectos do controle da asma comparada com a MPC de escolha do médico.
Demoly P et al., Budesonide/formoterol maintenance and reliever therapy versus conventional best practice, Respiratory Medicine. 2009;103(11):1623-1632.
Resumo

4. Estudo constata que a exposição precoce a creches não constitui proteção contra asma ou atopia aos 8 anos
Os autores estudaram prospectivamente 3.963 recém-nascidos durante 8 anos, avaliando a exposição às creches e a saúde respiratória, por meio de questionários, associação com irmãos mais velhos com sintomas de asma, responsividade das vias aéreas e sensibilização alérgica. Seu interesse era estudar se a exposição precoce (de 0 a 2 anos), tardia (de 2 a 4 anos), ou a não-exposição (sem frequentar até os 4 anos de idade) à creche evita o desenvolvimento de asma e alergia. As crianças com exposição precoce a creches tinham mais chiado nos primeiros anos de vida, mas o chiado e o uso de glicocorticoides foi menor entre 4 e 8 anos de idade. Aos 8 anos de idade, a exposição precoce não foi protetora contra sintomas de asma, sensibilização alérgica ou hiperresponsividade das vias aéreas.
Comentário do Editor: Esses achados acrescentam mais dúvidas sobre a hipótese da higiene e o desenvolvimento de asma e alergia.
Caudri D et al., Early daycare is associated with an increase in airway symptoms in early childhood but is no protection against asthma or atopy at 8 years, Am J Respir Crit Care Med. 2009;180(6):491-498.
Resumo

5. Estudo LOCAL, valor preditivo de rações locais na imunoterapia com alérgeno
Uma análise retrospectiva de um banco de dados eletrônico de imunoterapia foi realizada durante 12 meses em um local de estudo que não ajustava as doses para as reações locais(RL), visando determinar se a RL prediz outra subsequente. Os autores registraram o total de injeções, as RL pequenas, as grandes reações locais (GRL), as reações sistêmicas e se uma RL era seguida por outra. Trezentos e sessenta pacientes receberam um total de 9.678 injeções. Um total de 78,3% tiveram uma RL e 7,5% tiveram uma GRL. O índice total de RL foi 16,3% (1574/9678); o de reação local pequena foi 15,9% (1536/9678) e o de GRL foi 0,4% (38/9678). De todas as RL seguidas por outra injeção, 27,2% foram acompanhadas por outra RL. A sensibilidade e o valor preditivo positivo para uma RL que prognostique outra RL na próxima injeção foram 26,2% e 27,2%, respectivamente.
Comentário do Editor: Uma RL não vaticina necessariamente outra RL na próxima injeção.
Calabria CW et al., The LOCAL Study: Local reactions do not predict local reactions in allergen immunotherapy, J Allergy Clin Immunol, 2009;124(4):739-744.
Resumo

6. O impacto da exposição às piscinas cloradas sobre a saúde respiratória do adolescente
Os autores examinaram 847 estudantes de 13 a 18 anos de idade, que utilizaram piscinas cloradas para estimar a associação de doenças alérgicas à exposição a piscinas cloradas. Desses estudantes, 114 tinham utilizado piscina não-clorada e serviram de controles. Eles mediram a imunoglobulina E (IgE) total e específica e fizeram triagem para broncoconstrição induzida por exercício. Os desfechos foram sintomas respiratórios, rinite alérgica e asma, diagnosticados em qualquer ocasião (durante a vida) ou tratados com medicação e/ou associados a broncoconstrição induzida por exercício (asma logo em seguida). Entre os atópicos, a asma e seus sintomas durante a vida ou a asma prevalente aumentou com o número de horas passadas em piscinas cloradas, com maior risco de rinite alérgica. Essas associações não foram encontradas entre adolescentes sem atopia ou que frequentavam piscinas não-cloradas.
Comentário do Editor: A exposição a piscinas cloradas contribui para a carga da asma e das alergias respiratórias entre adolescentes.
Bernard A et al., Impact of chlorinated swimming pool attendance on the respiratory health of adolescents, Pediatrics, 2009;124(4);1110-1118.
Resumo

7. Ativação de basófilos in vitro e doença respiratória exacerbada por aspirina (DREA)
A secreção de citocinas e o aumento da expressão dos marcadores de ativação de superfície foram estudadas para compor uma análise abrangente das respostas basofílicas à aspirina, na doença respiratória exacerbada por aspirina (DREA). Os autores estudaram os efeitos da aspirina in vitro sobre a liberação concomitante de histamina, leucotrieno C4 (LTC4) e IL-4, e avaliaram as alterações dos marcadores de ativação de superfície (CD63, CD69 e CD203c) usando suspensões de células enriquecidas com basófilos de dez pacientes com DREA e dez voluntários saudáveis. A expressão de CD63, CD69 e CD203c induzida por aspirina deu lugar a 30%, 80% e 70% de sensibilidade, respectivamente, com pouca especificidade. Não houve diferença significante na síntese de LTC4. Nenhum dos pacientes liberou IL-4. Uma dose alta de aspirina, 5 mg/ml, teve efeitos não-específicos sobre os basófilos.
Comentário do Editor: A avaliação da ativação de basófilos in vitro não tem valor clínico na identificação da DREA.
Çelik GE et al., Effect of in vitro aspirin stimulation on basophils in patients with aspirin-exacerbated respiratory disease, Clin Exp Allergy, 2009;39(10):1522-1531.
Resumo

8. Estudo de vias aéreas integradas mostra o impacto da rinossinusite crônica sobre a qualidade de vida em pacientes com bronquiectasia
Os pacientes com bronquiectasia (B) (n = 80) foram avaliados quanto a rinossinusite crônica (RSC) e pólipos nasais (PN), usando os critérios da EP³OS (Posição Europeia sobre Rinossinusite e Polipose Nasal), e quanto à gravidade da B, usando tomografias computadorizadas de alta resolução (HRCT) em um estudo prospectivo. A qualidade de vida (QoL) foi avaliada por meio de questionários específicos [Sinonasal Outcome Test-20 (SNOT-20), St. George Respiratory Questionnaire (SGRQ)] e genéricos (Short Form-36; SF-36). Os pacientes com RSC com ou sem pólipos tiveram QoL pior do que os não tinham a doença, e os autores encontraram correlações entre todos os questionários e o volume expiratório forçado em 1 segundo. Esses resultados sugerem que a RSC, com ou sem pólipos nasais, tem impacto considerável sobre a QoL dos pacientes com B.
Comentário do Editor: Esses achados reforçam o conceito de vias aéreas integradas.
Guilemany JM et al., United airways: the impact of chronic rhinosinusitis and nasal polyps in bronchiectasic patient's quality of life, Allergy, 2009:64(10);1524-1529.
Resumo

9. Administração da vacina contra influenza em crianças alérgicas a ovos
Os autores identificaram artigos sobre a vacina contra influenza em crianças alérgicas a ovos, usando a PubMed e os termos de busca "influenza" e "egg allergy". Foram usadas também outras referências. A maior parte da evidência sobre esse assunto foi obtida em dois estudos clínicos randomizados e de pequenas séries de caso. Os autores recomendam que as vacinas contra influenza sem proteína do ovo, de culturas de células de mamíferos devem ser administradas de maneira preferencial aos indivíduos alérgicos ao ovo. Se a vacina sem proteína do ovo não estiver disponível, apenas as que declaram teor máximo de ovo inferior a 1,2 µg/ml (0,6 µg por dose) devem ser utilizadas. Se for administrada uma vacina produzida com ovo de galinha a um indivíduo com alergia a ovo, ela deve ser administrada em centro especializado e preparado para tratar a anafilaxia. Para quem tem história de alergia, recomenda-se o protocolo de dose única, ao passo que o protocolo dividido em duas doses é recomendado para os que têm história de anafilaxia ao ovo ou de asma moderada ou não-controlada.
Comentário do Editor: Este artigo contém informações importantes em vista da pandemia de influenza A.
Erlewyn-Lajeunesse M et al., Recommendations for the administration of influenza vaccine in children allergic to egg, BMJ, 2009;339:b3680.
Resumo

10. Expressão de quimocinas e receptores de quimocina na superfície da pele com ou sem lesão de pacientes com dermatite atópica
Para determinar o padrão de receptor de quimocina (CCR) de subtipos de células dendríticas (CD) da epiderme e a expressão de ligandos de quimocina (CCL) com relação ao estado de dermatite atópica (DA), os autores obtiveram amostras de biópsia por raspagem dos pacientes com DA antes e depois de 24 e 72 horas do teste cutâneo de atopia e dos pacientes com DA crônica, psoríase e pele saudável. A expressão das CD epidérmicas foi estudada e os níveis de RNAm de quimocina na pele foram quantificados. O número total de CD epidérmicas CD1a(+) aumentou e a proporção de CD CD1a(+) positivas para langerina diminuiu, enquanto a porcentagem de CD CD1a(+) positivas para langerina aumentou depois da aplicação do alérgeno. A expressão RNAm de CCL1, CCL3, CCL4 e CCL11 foi maior na DA aguda do que na crônica.
Comentário do Editor: A expressão de CCR5 e CCR6 das CD CD1a(+) positivas para langerina foi característica de DA aguda.
Gros E et al., Expression of chemokines and chemokine receptors in lesional and nonlesional upper skin of patients with atopic dermatitis, J Allergy Clin Immunol, 2009;124(4):753-760.
Resumo

WAO Journal

World Allergy Organization Journal
Outubro de 2009, Volume 2, Número 10
ISSN: 1939-4551

Este mês no Journal

ARTIGOS ORIGINAIS

Indução sinérgica de produção de proteína 3/CCL20 inflamatória macrofágica por interleucina-17A e fator de necrose tumoral em fibroblastos de pólipos nasais
Manabu Nonaka, MD, PhD; Nozomu Ogihara, MD; Akira Fukumoto, MD, PhD; Atsuko Sakanushi, MD; Kaoru Kusama, MD; Ruby Pawankar, MD, PhD; e Toshiaki Yagi, MD, PhD
JAPÃO

ARTIGO DE REVISÃO

Regulação dos mastócitos na resposta imunológica
John J. Ryan, MD; Johanna K. Morales, MD; Yves T. Falanga, MD; Josephine F.A. Fernando, MD; e Matthew R. Macey
EUA


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World Allergy Congress (WAC) 2009 - Buenos Aires, Argentina, 6 a 10 de dezembro de 2009

Revisão de livro médico

Exacerbações da doença pulmonar obstrutiva crônica
Série: Lung Biology in Health and Disease, Volume 228
Jadwiga A. Wedzicha e Fernando J. Martinez (Editores)
2009 Informa Healthcare
ISBN-10: 142007086X
ISBN-13: 978-1420070866
Preço de tabela: US$ 249,95; 125,00 libras esterlinas
Encontrado em Informa Healthcare

Revisor:
O Dr. Graeme A. Thompson, M.B.B.S. (Hons1), FRACP
Médico Respiratório e Acadêmico Honorário
Hospital Campbelltown e Universidade de Western Sydney
Austrália

Descrição
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um transtorno com prevalência em elevação, adicionando uma carga sempre crescente aos sistemas de saúde, e é uma doença que se caracteriza por exacerbações que, por fim, aceleram a progressão da doença. Cada vez mais, a DPOC está sendo considerada uma doença inflamatória com componentes sistêmicos que vão muito além dos pulmões, devido ao impulso da imunologia dessa doença. Espera-se que a imunopatogênese da DPOC proporcione novos agentes que visem desacelerar a progressão lenta, porém, inexorável. Este livro revisa as causas e efeitos biológicos, fisiológicos e ambientais mais atualizados das exacerbações da DPOC.

Finalidade
O livro fornece uma revisão muito abrangente das exacerbações da DPOC, abordando, inclusive, a clínica, a imunobiologia e a economia em saúde da doença. O livro também oferece considerações de como prosseguir, tanto em termos clínicos como de pesquisa.

Público alvo
O livro é, indubitavelmente benéfico para todos os médicos e estagiários da área de medicina pulmonar e disciplinas relacionadas. Além disso, existem magníficas seções dedicadas aos modelos de DPOC em animais, delineamento de estudos, considerações estatísticas exclusivas nos estudo de DPOC e áreas futuras e inovadoras para a exploração dos pesquisadores.

Características
É subdividido em cinco áreas principais: Introdução, Mecanismos e Fisiopatologia, Impacto das exacerbações, Conduta nas exacerbações, Prevenção das exacerbações da DPOC e Temas para estudos nas exacerbações da DPOC.

Os capítulos iniciais revisam de maneira abrangente a imunobiologia clínica e epidemiológica das vias aéreas nas exacerbações da DPOC. Os papeis dos fatores bacterianos, virais, ambientais e comórbidos são extensamente analisados nos capítulos subsequentes. O impacto da doença sobre o indivíduo e a economia em saúde é, a seguir, analisado. Depois, encontra-se a verificação das modalidades terapêuticas, inclusive fisioterapia e reabilitação. As recomendações clínicas baseiam-se na melhor medicina baseada em evidências existente, e remetem a outras análises citadas.

Avaliação
A natureza abrangente do conteúdo clínico e imunobiológico garante que o texto constitua recurso valioso para clínicos e pesquisadores em todos os níveis de especialização. O livro acrescenta um certo otimismo para os clínicos e pesquisadores envolvidos com a doença, que, antes, estava à sombra do niilismo.

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