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WAO Notícias & Lembretes

Revisão dos Jornais Médicos de Outubro
WAO Hoje: O que há de novo no mundo da WAO
Outras Novas

Revisão dos Jornais Médicos de Outubro

Mark C Glaum, MD, PhD, Editor Convidado da WAO, Professor Assistente de Medicina e Pediatria, Colégio de Medicina Universidade do Sul da Flórida, reviu os principais artigos de jornais médicos de Outubro para alergistas práticos.

1. ALENDRONATO É MAIS EFETIVO QUE ALFACALCIDOL NA PREVENÇÃO DA PERDA ÓSSEA INDUZIDA POR GLICOCORTICOSTERÓIDE
Pacientes (n=201) que iniciaram glicorticosteróides em dose diária equivalente a 7,5 mg de prednisona por doença reumática foram admitidos neste estudo e sduplo-cego, controlado por placebo por 18-meses. Ao pacientes foram randomizados para receberem alendronato (10 mg) mais placebo ou alfacalcidol (1 mg) mais placebo, diariamente. Medidas da densidade mineral óssea e incidência de deformidades morfométricas de vértebras foram os desfechos primário e secundário, respectivamente. Os pacientes que receberam alendronato apresentaram aumento de 2,1 % nos escores de densidade mineral em espinha lombar e houve queda de 1,9% no grupo alfacalcidiol. Comentários do Editor: O alendronato inibe efetivamente a perda óssea decorrente de uso mantido de glicorticosteróide. De Nijs RNJ, Jacobs JWG, Lems WF, et al. N Engl J Med 2006; 355:675-84

2. MASTÓCITOS REGULAM A TOLERÂNCIA DE CÉLULAS T
Mastócitos são conhecidos por propagarem a inflamação alérgica em resposta a provocação com alérgeno. Observações em fragmentos de pele transplantada, bem sucedida, em camundongos mostraram infiltrados com células T reguladoras (Treg) e mastócitos gerando a hipótese de que a interação Trreg– mastócito pode participar da tolerância neste transplante. Para avaliar essa assertiva, investigadores tentaram induzir tolerância terapêutica em camundongos deficientes em mastócitos, obtidos por engenharia genética, por transplante de pele. Todos os transplantes realizados nos animais deficientes em mastócitos foram rapidamente rejeitados. A reconstituição da população de mastócitos nos animais deficientes recuperou a capacidade do hospedeiro em aceitar o transplante por longo período de tempo. Comentários do Editor: Os mastócitos podem possuir funções imunomodulatórias que vão além do seu papael na alergia. Favor ler o excelente Editorial que o acompanha. Lu L, Lind EF, Gondek DC, et al. Nature 2006;442:997-1002, Waldmann H, 987-8

3. EFEITOS ANTIINFLAMATÓRIOS DA AZITROMICINA NA DPOC
Antibióticos macrolídeos podem possuir propriedades antiinflamatórias. A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) está associada a aumento de apoptose e prejuízo da fagocitose nas vias aéreas. Macrófagos alveolares foram obtidos em lavado broncoalveolar (LBA) de 9 pacientes com DPOC e 10 controles saudáveis. Macrófagos alveolares foram purificados e então a sua habilidade de fagocitose apoptótica de células epiteliais ou neutrófilos foram medidas por citometria de fluxo na presença e ausência de azitromicina (500 ng/ml-1). A fagocitose pelos macrófagos alveolares estava reduzida na DPOC quando comparada à de indivíduos controles. A incubação de macrófagos alveolares de pacientes com DPOC na presença de azitromicina melhorou a fagocitose de células epiteliais e neutrófilos a níveis próximos aos dos controles normais. Comentários do Editor: Doses baixas de azitromicina podem servir como um adjuvante na terapia da DPOC pela melhora da fagocitose dos macrófagos alveolares. Hodge S, Hodge G, Brozyna H, et al. Eur Resp J 2006; 28:486-95

4. LIMITES DA PRESCRIÇÃO DE ANTIBIÓTICOS NA OTITE MÉDIA AGUDA.
Duzentas e oitenta e três crianças diagnosticadas como tendo otite aguda, atendidas em unidade de emergência foram randomizadas para receber um plano de tratamento baseado na mudança de curso clínico (apenas para ser preenchido se os sintomas não se modificaram ou se pioraram em 48 horas) ou prescrição padrão de antibióticos. Entrevistas agendadas por telefone aos 4 a 6, 11 a 14, e 30 aos 40 dias após a admissão para determinar os desfechos. Os pais das crianças que receberam a prescrição de esperar e observar foram mais prováveis de não usar o antibiótico prescrito do que os que receberam o tratamento padrão coma antibiótico (62% vs. 13% p < 0,001). Não houve diferença entre os grupos com relação à freqüência de febre subseqüente, otalgia ou visita médica não agendada. Comentários do Editor: A espera vigiada reduz o uso de antibióticos na otite média aguda. Spiro DM, Tay K, Arnold DH, et al. JAMA 2006; 296:1235-41

5. ALEITAMENTO MATERNO PROLONGADO ESTÁ ASSOCIADO A RISCO AUMENTADO DE DERMATITE ATÓPICA
Duzentos recém-nascidos sadios foram admitidos num estudo prospective de 20 anos de seguimento para determiner se o aleitamento prolongado (superior a seis meses) conferiu proteção adicional contra o desenvolvimento de atopia. As nutrizes foram estimuladas a amamentarem seus filhos o máximo que fosse possível. Os filhos foram avaliados e realizaram teste cutâneo de leitura imediata aos 5, 11 e 20 anos. O aleitamento materno exclusivo por nove meses ou mais esteve associado a incidência mais elevada de dermatite atópica (p = 0, 002) aos 5 anos. Comentários do Editor: Aleitamento materno nos seis primeiros meses de vida é atualmente recomendado; aleitamento prolongado por mais de nove meses pode promover o desenvolvimento de dermatite atópica. Pesonen M, Kallio MJT, Ranki A, Siimes MA. Clin Exp Allergy 2006; 36:1011-18

6. VACINA CODIFICADA Phl p5 AUTO-REPLICANTE DE DNA PREVINE A SENSIBILZAÇÃO ALÉRGICA
A imunização com vacina de alérgeno baseada em DNA tem mostrado resultados promissores como nova modalidade potencial de imunoterapia. Limitações a esta abordagem incluem resposta imunológica humana reduzida assim como a necessidade de concentrações de vacina de DNA muito altas necessárias para induzir imunidade. Investigadores examinaram a eficácia do uso de uma vacina de DNA auto-replicante (replicon) para induzir proteção contra a sensibilização alérgica em modelos de camundongo. Camundongos foram imunizados por via intradérmica com vacina DNA replicon Phl p5 ou vacina DNA convencional e seguidos por sensibilização e desencadeamento intranasal com Phl p5. Os títulos de IgG1, IgG2a e IgE foram mensurados no soro, enquanto que a contagem de eosinófilos e níveis de citocinas foram medidos no fluído broncoalveolar. Cortes de pulmão foram analisados quanto a presença de infiltrados inflamatórios, aumento da produção de muco e dano epitelial. A vacinação com Replicon DNA Phl p5 resultou em redução da expressão de IgE específica, expressão desviada de citocinas Th1, poucos eosinófilos e redução dos marcadores da inflamação da via aérea na dose 100 vezes menor que a vacina DNA convencional. Comentários do Editor: Vacinas DNA auto-replicante podem sustentar o uso de vacinas DNA de alérgenos em humanos. Gabler M, Scheiblhofer S, Kern K, et al. J Allergy Clin Immunol 2006; 118:734-41

7. EVIDÊNCIA DE SUPERANTÍGENOS NA RINOSSINUSITE CRÔNICA
Superantígenos têm sido implicados como causa de rinossinusite crônica pela expansão oligoclonal de populações de células T com inflamação subseqüente da mucosa. Dezoito pacientes com rinossinusite crônica e polipose nasal agendados para cirurgia foram recrutados prospectivamente. O tecido do pólipo nasal e amostras de sangue foram analisados por citometria de fluxo para a distribuição de 24 receptores específicos de células T (TCR) e domínios Vβ tipicamente associados à resposta ao superantígeno. Cada um dos 18 pacientes demonstraram expansão de linfócitos do pólipo nasal que expressam TCRs com domínios específicos Vβ.  O número médio de clones Vβ foi maior nos pólipos nasais como comparado aos linfócitos do sangue periférico que acometem a mucosa nasal como fonte de antígeno. Comentários do Editor: Toxinas estafilocócicas podem ser centrais no desenvolvimento da rinossinusite crônica com polipose nasal. Conley DB, Tripathi A, Seiberling KA, et al. Am J Rhinol 2006; 20:451-5

8. ESPESSAMENTO DA MEMBRANA BASAL RETICULAR DA VIA AÉREA NA ASMA É DISTINTO DO OBSERVADO NA FIBROSE
O espessamento da membrana reticular basal da via aérea (RBM) na asma é tido como conseqüência da fibrose subepitelial que é caracterizada por acúmulo irreversível de colágeno intersticial. O espessamento anormal da RBM na asma pode ser visto tão cedo como os 4 anos e pode ser maximamente espessada aos 6-16 anos em crianças com asma grave embora possa ser parcialmente reversível. Adultos com asma (n =10), crianças (idades 6-10 anos (n = 10)), e lactentes (idades 0,3-2 anos (n = 10)) assim como de controles não asmáticos pareados por idade foram recrutados. Todos foram submetidos a broncoscopia e biópsia endobrônquica. Os tecidos foram examinados por microscopia eletrônica. O exame histológico do espessamento da RBM em asmáticos revelou a relação normal das fibrilas á matriz e as fibrilas que não lembram o colágeno intersticial. Esses achados foram comparados aos controles pareados por idade. Comentários do Editor: O remodelamento da via aérea na asma pode resultar de um processo diferente do que é visto na doença pulmonar fibrótica. Saglani S, Molyneux C, Gong H, et.al. Eur Resp J 2006; 28:505-12

9. REVISÃO DE INFECÇÕES VIRAIS, EXPRESSÃO DE QUIMOCINAS E ASMA
Este artigo revê a literatura atual que sustenta o papel de quimocinas na promoção da inflamação das vias aéreas superiores durante infecção viral do trato respiratório superior. A inflamação excessiva decorrente da expressão de quimocina induzida por vírus é tiuda como contribuinte para a exacerbação da asma em alguns pacientes. Os vírus comumente implicados e o perfil de quimocinas produzidas são discutidos. Comentários do Editor: Inflamação derivada de infecção viral freqüentemente exacerba a sma. Schaller M, Hogaboam CM, Lukacs N, Kunkel SL. J Allergy Clin Immunol 2006;118:295-302

10. REVISÃO DA ASMA INDUZIDA POR ASPIRINA
Esta é uma revisão claramente escrita e concisa sobre doença respiratória exacerbada por aspirina. História da doença, epidemiologia, patogênese, e protocolos de dessensibilização são discutidos. Comentários do Editor: Sensibilidade à aspirina deve ser considerada na avaliação de pacientes com asma por que a dessensibilização proporciona maneira efetiva de controle da doença. Culp JA, Borish L, Mozena JD. J Respir Dis 2006:27(7):282-90. No abstract is available.


WAO Hoje: O que há de novo no mundo da WAO

Lembrete: As solicitações para GLORIA nos Estados Unidos para 2007 ainda estão sendo aceitas pelas sociedades regionais, estaduais e locais.

Diretores da WAO visitam a região Ásia-Pacífico

Encontro de Outono da Sociedade Japonesa de Alergologia, Tóquio, Japão.
Michael Kaliner, Presidente da WAO, G. Walter Canonica, Presidente Eleito da WAO, e o Diretor da WAO Lanny Rosenwasser participaram do Encontro de Outono da Sociedade Japonesa de Alergologia (SJA), em 2 a 4 de Novembro de 2006. Eles participaram de discussões com as lideranças da SJA a respeito de colaborações futures e também tiveram a oportunidade de se reunirem com patrocinadores locais para o World Allergy Congress 2007 em Bangcoq, Tailândia. A hospitalidade da SJA foi muito bemvinda e pela qual a WAO gostaria de exprimir seus agradecimentos sinceros.

Simpósio Conjunto WAO e KAAACI, Seul, Coréia
Os diretores da WAO se encontraram em Suel, Coréia, em 3 de Novembro de 2006. O encontro foi organizado para coincidir com o Congresso Conjunto da Academia Coreana de Asma, Alergia e Imunologia (KAAACI) e a WAO 2006 e o 9º Simpósio de Alergia do Pacífico Oeste em Suel, 3-5 Novembro, 2006. Membros da Diretoria da WAO participaram de programa científico excelente que exibiu as pesquisas em andamento na Coréia e países vizinhos da região Ásia-Pacífico. Conferências especiais foram apresentadas pelo Presidente da WAO, Michael Kaliner, que falou sobre o Manejo Global da Rinite, Sinusite e Asma, e pelo membro da Diretoria o Prof Jean Bousquet, que introduziu o programa da Organização Mundial de Saúde, a Aliança Global contra Doenças Respiratórias Crônicas (GARD) e da qual a WAO é um dos membros fundadores. Conferências chave foram ministradas pro expertos Coreanos incluíram Asma e Infecção Viral foi apresentada por Joon Sung Le. A conferência especial de You-Young Kim discutiu a Implementação Prática de um Programa Fácil de Manejo da Asma. O Congresso mostrou a oportunidade de prover informação aos alergistas locais a respeito dos planos do World Allergy Congress de Bangcoq. A WAO gostaria de estender os agradecimentos à KAAACI e à Organização de Alergia do Oeste Pacífico por sua hospitabilidade e colaboração.


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Outras Novas

Revisão de Livros de Alergia

Immunogenomics and Human Disease
Editor: Andras Falus

ISBN #: ISBN: 0-470-03324-X

Preço de Lista: US$180.00
Disponível por: Wiley

Revisor: Gary Hellermann, PhD
Universidade Sul da Flórida Colégio de Medicina, Tampa, FL, EUA

Descrição:
É uma coleção de 23 artigos de grupo internacional de autores que focalizam o uso de bio-informática no estudo de doenças humanas. O conteúdo inclui discussões e exemplos de uso da nova tecnologia para estudar a patologia de doenças do sistema imune tais como asma, lupus e artrite, e o papel do sistema imune na biologia do câncer.

Finalidade:
O editor se refere a área específica da bio-informática como a imunogenômica, na aplicação de novos métodos laboratoriais e tecnologia de computação para estudar as variações no genoma humano assim como os relacionados a doenças que envolvem o sistema imunológico. O uso de informações sobre seqüência de DNA individual humano para pesquisa de doença, desenhando novas drogas, terapêuticas e tratamentos individualizados são os de maior importância neste século. A amplitude e profundidade dos temas proporcionam uma ferramenta importante para qualquer editor esperando produzir um trabalho útil, mas esta coleção foi bem sucedida na cobertura do campo com detalhes e variedade suficientes para tingir essa expectativa.

Público alvo:
Embora destinado inicialmente a pesquisadores, outros tais como clínicos, estudantes e todos os engajados na descoberta de novas drogas poderão lucrar com aleitura desta coleção de artigos. Dr Falus é professor e chefe do Departmento de Genética, Células e Imunobiologia na Universidade Semmelweis em Budapeste, Hungria. Ele é membro da Academia Húngara de Ciências e é autor de mais de 250 trabalhos científicos.

Características:
Estamos ainda no meio da revolução genômica despertada pelo sequenciamento do genoma humano e do entendimento desta riqueza de dados no nível de proteínas e as suas vias são o próximo desafio. Imunogenômica, a análise de variações genômicas em relação a uma resposta específica do sistema imunológico é o foco desta coleção de artigos de especialistas internacionalmente conhecidos em imunologia e bio-informática. Como um dos autores do livro comentou: "O genoma nos conta o que pode ocorrer, o transcriptoma nos conta o que pode acontecer e o proteoma o que acontece". A obtenção da seqüência de genes está apenas no primeiro estágio de um processo complexo de múltiplos passos é e apresentada por descrições detalhadas, exemplos e ilustrações.

Avaliação:
O livro não é apenas uma revisão atualizada, mas inclui informações práticas sobre polimorfismos de um único nucleotídeo, usando arrays para análise genômica, estudos de fotoafinidade, sistemas modelo de células dendríticas e monócitos humanos, identificação de marcadores diagnósticos e muito mais. A sua utilidade também divulgada pelo autor é na definição de termos, conceitos e métodos empregados na bio-informática. A padronização da linguagem utilizada nesta área complexa pode facilitar enormemente a comunicação. Do geral ao específico, este livro provê um corte seccional compreensivo do conhecimento atual sobre as mudanças rápidas que ocorrem no campo da genômica e suas aplicações ao sistema imunológico.


The Immune Response: Basic and Clinical Principles
By: Tak W. Mak e Mary E. Saunders

ISBN-13: 978-0-12-088451-3
ISBN-10: 0-12-088451-8

Preço de Lista: US$139.95
Disponível em: Elsevier

Revisor:  Sam Mehr, MBBS, BMedSci
The Children’s Hospital at Westmead, Westmead, NSW, Austrália

Descrição:
A maioria dos indivíduos que estudam ou trabalham no campo da Imunologia podem ser familiares com os textos de Roitt, Abbas e Janeway. Excluindo-se estes textos, há poucos outros livros textos que são disponíveis para prover uma revisão compreensiva de Imunologia Clínica e Básica. Este livro texto é uma contribuição importante e auxiliará o leitor com revisão clara, completa e concisa do sistema immune em ambos: saúde e doença.

Finalidade:
O livro está dividido em duas partes, Imunologia Básica (Parte I) e Imunologia Clínica (Parte II). O propósito do livro é introduzir ao leitor os conceitos da imunologia básica antes de aprofundar em tópicos de imunologia mais avançados. O entendimento destes conceitos permitem ao leitor entender como a disfunção destes mecanismos básicos pode ocasionar doença clínica.

Público alvo:
O público alvo é amplo e inclui não-graduados, graduados e clínicos e imunologistas de laboratório.

Características:
Os autores escreveram todos os capítulos que foram revisados por sub-especialistas neste campo. Cada capítulo inicia com uma tabela contendo o material que será discutido. Dados históricos são fornecidos ao início de cada capítulo para permitir ao leitor a compreensão dos vários conceitos imunológicos que vêm sendo modificados no decorrer do tempo. O texto é claro e sucinto e se combina com ilustrações excelentes e tabelas que tornam a leitura mais fácil. Os autores direcionam o leitor a outros materiais de leitura ao final de cada capítulo para aqueles que necessitam de nível mais detalhado de informação.

Avaliação:
É um livro de valor para qualquer imunologista veterano ou estudante de imunologia. A habilidade do autor em tornar facilmente compreensível conceitos difíceis usando explicações e ilustrações é a principal atração.

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